Gilmar critica plano Temer: solução não é mais cadeia

Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes criticou as medidas anunciadas por Michel Temer e pelo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, anunciadas três depois do massacre que resultou na morte de 60 detentos em presídios do Amazonas; "A questão não se resolve agora com construção de presídios. É óbvio (...). É evidente que tem que se construir presídios e tem que melhorar a situação dos presídios atuais. Mas tem que ter ação imediata nesses presídios que estão por aí", disse; plano de segurança tem como principal medida o anúncio da liberação de R$ 430 milhões para a construção de novos presídios e reforço da segurança das unidades já existentes; nesta sexta-feira (6), um novo massacre, desta vez no maior presidio de Roraima, resultou na morte de pelo menos 33 pessoas

Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes criticou as medidas anunciadas por Michel Temer e pelo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, anunciadas três depois do massacre que resultou na morte de 60 detentos em presídios do Amazonas; "A questão não se resolve agora com construção de presídios. É óbvio (...). É evidente que tem que se construir presídios e tem que melhorar a situação dos presídios atuais. Mas tem que ter ação imediata nesses presídios que estão por aí", disse; plano de segurança tem como principal medida o anúncio da liberação de R$ 430 milhões para a construção de novos presídios e reforço da segurança das unidades já existentes; nesta sexta-feira (6), um novo massacre, desta vez no maior presidio de Roraima, resultou na morte de pelo menos 33 pessoas
Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes criticou as medidas anunciadas por Michel Temer e pelo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, anunciadas três depois do massacre que resultou na morte de 60 detentos em presídios do Amazonas; "A questão não se resolve agora com construção de presídios. É óbvio (...). É evidente que tem que se construir presídios e tem que melhorar a situação dos presídios atuais. Mas tem que ter ação imediata nesses presídios que estão por aí", disse; plano de segurança tem como principal medida o anúncio da liberação de R$ 430 milhões para a construção de novos presídios e reforço da segurança das unidades já existentes; nesta sexta-feira (6), um novo massacre, desta vez no maior presidio de Roraima, resultou na morte de pelo menos 33 pessoas (Foto: Paulo Emílio)

247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes criticou as medidas anunciadas por Michel Temer e pelo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, anunciado três depois do massacre que resultou na morte de 60 detentos em presídios do Amazonas. Nesta sexta-feira (6), um novo massacre, desta vez no maior presidio de Roraima, resultou na morte de pelo menos 33 pessoas.

"A questão não se resolve agora com construção de presídios. É óbvio. Até porque um presídio para ser construído ele vai levar três, quatro anos, com todos os incidentes que ocorrem, licitações e tudo o mais. É evidente que tem que se construir presídios e tem que melhorar a situação dos presídios atuais. Mas tem que ter ação imediata nesses presídios que estão por aí", disse Gilmar em entrevista à BBC Brasil.

O plano de segurança anunciado por Temer para a área carcerária tem como principal medida o anúncio da liberação de R$ 430 milhões para a construção de novos presídios e reforço da segurança das unidades já existentes. Segundo Gilmar, é preciso, também que sejam realizados mutirões judiciários para julgar os presos provisórios, que representam cerca de 32% dos detentos em todo o país.

Ele também criticou a declaração do ministro Alexandre de Moraes, que afirmou que o Governo do Amazonas tinha informações sobre a iminência de uma rebelião e não agiu para impedir o massacre. Depois, a imprensa destacou que um relatório da Polícia Federal também tinha informações dando conta sobre o risco de uma tragédia em Manaus.

"Quando se fala que os setores de inteligência tinham detectado o risco dessa rebelião ou dessa matança, então por que não se fez nada antes? Pra que serve você ter a informação se você não vai usá-la para agir?", disparou.

Leia aqui a íntegra da entrevista. .

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