Gilmar defende seu evento: "não é conspiração"

Ministro do Supremo Tribunal Federal diz que o encontro realizado em Lisboa com os principais artífices do golpe no Brasil, como os senadores tucanos Aécio Neves e José Serra, não é uma "conspiração" contra o governo da presidente Dilma Rousseff, mas "um encontro para debater ideias e trocar conhecimentos com a comunidade internacional"; alguns nomes que constavam como oradores na programação do IV Seminário Luso Brasileiro de Direito, que começa na próxima terça, porém, desistiram de participar, como o vice-presidente Michel Temer e o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Souza

Ministro do Supremo Tribunal Federal diz que o encontro realizado em Lisboa com os principais artífices do golpe no Brasil, como os senadores tucanos Aécio Neves e José Serra, não é uma "conspiração" contra o governo da presidente Dilma Rousseff, mas "um encontro para debater ideias e trocar conhecimentos com a comunidade internacional"; alguns nomes que constavam como oradores na programação do IV Seminário Luso Brasileiro de Direito, que começa na próxima terça, porém, desistiram de participar, como o vice-presidente Michel Temer e o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Souza
Ministro do Supremo Tribunal Federal diz que o encontro realizado em Lisboa com os principais artífices do golpe no Brasil, como os senadores tucanos Aécio Neves e José Serra, não é uma "conspiração" contra o governo da presidente Dilma Rousseff, mas "um encontro para debater ideias e trocar conhecimentos com a comunidade internacional"; alguns nomes que constavam como oradores na programação do IV Seminário Luso Brasileiro de Direito, que começa na próxima terça, porém, desistiram de participar, como o vice-presidente Michel Temer e o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Souza (Foto: Gisele Federicce)

247 – O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, sócio-fundador do Instituto Brasiliense de Direito Público, que organiza um evento em Lisboa com os principais artífices do golpe no Brasil, saiu em defesa do encontro nesta sexta-feira 25, depois de diversas críticas sobre o que seria uma conspiração contra o governo da presidente Dilma Rousseff.

"Não existe nada disso, não tem conspiração, esse é um encontro para debater ideias e trocar conhecimentos com a comunidade internacional", disse o ministro. "O evento foi todo planejado há um ano. E é o quarto seminário da série", acrescentou, segundo reportagem de Fausto Macedo e Mateus Coutinho, do Estado de S. Paulo.

O "ambiente político no Brasil favorece o aparecimento de toda sorte de teoria conspiratória", declarou ainda o ministro, segundo reportagem da Folha de S. Paulo. "Não esperava essa polêmica. Trata-se de um evento acadêmico tradicional", completou.

Participam do IV Seminário Luso Brasileiro de Direito, por exemplo, os senadores tucanos Aécio Neves e José Serra, além do presidente do TCU, Aroldo Cedraz. Alguns nomes que constavam como oradores na programação, porém, desistiram do evento, que começa na próxima terça-feira.

Um exemplo é o vice-presidente Michel Temer. Representantes do governo de Portugal, como o presidente, Marcelo Rebelo de Souza, e o ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho também não irão mais comparecer. O jornal português Público destacou na quarta-feira que a presença da oposição brasileira na capital está "assustando" os políticos locais.

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