Gilmar: Fatiar impeachment foi decisão “vergonhosa”

Ministro do STF disse considerar "vergonhosa" a decisão do ex-presidente do Supremo Ricardo Lewandowski que permitiu que o Senado aprovasse que a presidente eleita Dilma Rousseff mantivesse seus direitos políticos, apesar de ter tido o mandato cassado; "Considero essa decisão constrangedora, é verdadeiramente vergonhosa. Um presidente do Supremo não deveria participar de manobras ou de conciliados", disse, em entrevista à Rádio Jovem Pan

Ministro do STF disse considerar "vergonhosa" a decisão do ex-presidente do Supremo Ricardo Lewandowski que permitiu que o Senado aprovasse que a presidente eleita Dilma Rousseff mantivesse seus direitos políticos, apesar de ter tido o mandato cassado; "Considero essa decisão constrangedora, é verdadeiramente vergonhosa. Um presidente do Supremo não deveria participar de manobras ou de conciliados", disse, em entrevista à Rádio Jovem Pan
Ministro do STF disse considerar "vergonhosa" a decisão do ex-presidente do Supremo Ricardo Lewandowski que permitiu que o Senado aprovasse que a presidente eleita Dilma Rousseff mantivesse seus direitos políticos, apesar de ter tido o mandato cassado; "Considero essa decisão constrangedora, é verdadeiramente vergonhosa. Um presidente do Supremo não deveria participar de manobras ou de conciliados", disse, em entrevista à Rádio Jovem Pan (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O presidente do Tribunal Superior Eleitoral e ministro do Superior Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, disse considerar "vergonhosa" a decisão do ex-presidente do STF Ricardo Lewandowski que permitiu que o Senado aprovasse que a presidente eleita Dilma Rousseff mantivesse os seus direitos políticos, apesar de ter tido o mandato cassado.

"Considero essa decisão constrangedora, é verdadeiramente vergonhosa. Um presidente do Supremo não deveria participar de manobras ou de conciliados. Portanto não é uma decisão dele. Cada um faz com sua biografia o que quiser, mas não deveria envolver o Supremo nesse tipo de prática", disse Gilmar.

As declarações foram feitas em entrevista à Rádio Jovem Pan nesta segunda-feira 19. Em outra ocasião, Gilmar Mendes já havia classificado a decisão de como "bizarra".

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