Gleisi: Bolsonaro, que glorifica Forças Armadas, "flerta com autoritarismo"

"Forças Armadas não decidem sobre nossa democracia, elas são subordinadas ao PR e à Constituição. Vivemos numa democracia e ameaças devem ser refutadas veementemente!", disse a presidente nacional do PT em seu Twitter, reagindo às declarações do presidente sobre a democracia depender do exército

Deputada Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT
Deputada Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT (Foto: Stuckert)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

 247 - A presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), foi às redes condenar as declarações de Jair Bolsonaro sobre a democracia no Brasil depender das Forças Armadas. 

Bolsonaro "flerta com o autoritarismo", diz. 

Há uma semana, o PT protocolou na Câmara um pedido de impeachment de Bolsonaro por apologia à tortura. 

O pedido tem base na declaração de Bolsonaro, em 28 de dezembro, em que pediu que a ex-presidente Dilma Rousseff mostrasse um raio-X para provar uma fratura na mandíbula. 

“Ao debochar e ironizar a tortura sofrida por Dilma e, consequentemente, insultar a memória de milhares de brasileiros que perderam suas vidas e suas dignidades durante a ditadura militar de 1964, o ora denunciado nitidamente cometeu crime de apologia à tortura”, diz o pedido dos deputados Enio Verri (PT-PR), Rogério Correia (PT-MG), Rui Falcão (PT-SP),  Gleisi Hoffmann (PR),  bancada do PT na Câmara, ex-ministra Eleonora Menicucci, e também subscrito por mulheres vítimas de tortura durante a ditadura militar.

O conhecimento liberta. Saiba mais. Siga-nos no Telegram.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

WhatsApp Facebook Twitter Email