Gleisi critica pressão do Congresso por mais emendas parlamentares: "defendem meta fiscal zero, de onde vai sair esse dinheiro?"

Deputada criticou notícia de que congressistas pedem R$ 46 bilhões em pagamento de emendas parlamentares: "isso é quase o valor do PAC para 2024!"

Gleisi Hoffmann
Gleisi Hoffmann (Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados)


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247 - Neste sábado (18), a deputada federal Gleisi Hoffmann utilizou suas redes sociais para criticar a persistente pressão do Congresso Nacional contra o presidente Lula (PT), em busca de um aumento no montante destinado ao pagamento de emendas parlamentares, que poderia atingir a marca de R$ 46 bilhões. Em seu tweet, Hoffmann questionou a viabilidade dessa demanda em meio à defesa de uma meta de déficit fiscal zero por parte dos congressistas, levantando dúvidas sobre a origem dos recursos.

"A imprensa noticia que congressistas continuam querendo impor ao governo aumento para R$ 46 bilhões em pagamento de emendas parlamentares. Isso é quase o valor do PAC para 2024! Como também defendem meta fiscal zero, de onde vai sair esse dinheiro? Dos programas sociais e das obras que o país precisa pra voltar a crescer", declarou a deputada em sua publicação.

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A deputada destacou a discrepância entre a busca por mais recursos para emendas parlamentares e a defesa da meta fiscal zero, alertando que tais valores poderiam ser retirados de programas sociais e obras essenciais para o desenvolvimento do país. Em sua análise, Gleisi ressaltou a importância de apresentar emendas ao Orçamento, mas criticou a falta de ordem e planejamento na aplicação dos recursos da União.

"Uma coisa é apresentar emendas ao Orçamento, outra, bem diferente, é aplicar as verbas da União sem ordem nem planejamento. Executar o Orçamento é prerrogativa constitucional do Executivo. É muita irresponsabilidade com o país", alertou Hoffmann, enfatizando a necessidade de um uso responsável dos recursos públicos.

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A deputada também observou a curiosa ausência de discussão sobre os juros altos que impactam a economia brasileira, chamando a atenção para a falta de abordagem desse tema por parte dos congressistas. Sua crítica sugere a necessidade de um debate mais abrangente sobre as questões econômicas do país, indo além das demandas específicas por aumento de emendas parlamentares.

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