Golpista, Temer diz na ONU que não há saída fora da democracia

Depois de conquistar o poder por meio de um golpe parlamentar, Michel Temer diz na Assembleia Geral das Nações Unidas que "não há espaço fora da democracia", ao comentar a questão venezuelana; ele também falou sobre ajuste fiscal embora tenha produzido rombo anual de R$ 159 bilhões – numa meta que deve ser ampliada ainda mais; Temer, que está prestes a abrir o pré-sal, também prometeu um Brasil mais aberto ao mundo

Depois de conquistar o poder por meio de um golpe parlamentar, Michel Temer diz na Assembleia Geral das Nações Unidas que "não há espaço fora da democracia", ao comentar a questão venezuelana; ele também falou sobre ajuste fiscal embora tenha produzido rombo anual de R$ 159 bilhões – numa meta que deve ser ampliada ainda mais; Temer, que está prestes a abrir o pré-sal, também prometeu um Brasil mais aberto ao mundo
Depois de conquistar o poder por meio de um golpe parlamentar, Michel Temer diz na Assembleia Geral das Nações Unidas que "não há espaço fora da democracia", ao comentar a questão venezuelana; ele também falou sobre ajuste fiscal embora tenha produzido rombo anual de R$ 159 bilhões – numa meta que deve ser ampliada ainda mais; Temer, que está prestes a abrir o pré-sal, também prometeu um Brasil mais aberto ao mundo (Foto: José Barbacena)
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247 - Michel Temer (PMDB) falou em democracia no discurso de abertura da 72ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU). O peemedebista, que chegou ao poder após trair a presidente eleita Dilma Rousseff (PT) e aplicar um golpe de Estado, falou de democracia na parte final de seu pronunciamento, ao comentar a situação da Venezuela.

Temer afirmou que a "situação dos direitos humanos na Venezuela continua a se deteriorar" e "estamos ao lado do povo venezuelano". "Não há mais espaço para alternativas à democracia", disse o peemedebista, que é acusado de corrupção e de ser chefe de quadrilha.

Michel Temer disse que o Brasil atravessa momento de "transformações decisivas", superando a crise econômica e resgatando o equilíbrio fiscal. Porém, a prática é diferente do discurso golpista: o rombo anual é de quase R$ 159 bilhões e o desemprego atinge dezenas de milhões de brasileiros, ao contrário do que disse Temer no discurso, ao afirma que o País está voltando a gerar postos de trabalho.

Em andamento com o desmonte da Petrobras e a entrega do pré-sal ao capital estrangeiro, Temer afirmou ainda na ONU que o "novo Brasil é um País mais aberto ao mundo".

 

 

 

 

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