Governadores eleitos assumem sob ameaça de 'pautas-bomba'

A dramática situação financeira dos Estados somada às "bombas fiscais" que estão sendo preparadas pelos deputados fazem do cenário econômico e político para os novos governadores eleitos uma verdadeira provação. Ao que parece, os deputados estaduais estão pouco se importando com a situação financeira dos Estados e a política das pautas-bomba que caracterizaram a origem do processo de impeachment sem crime contra Dilma Rousseff pode se repetir em sua versão estadual

Governadores eleitos assumem sob ameaça de 'pautas-bomba'
Governadores eleitos assumem sob ameaça de 'pautas-bomba'

247 - A dramática situação financeira dos Estados somada às "bombas fiscais" que estão sendo preparadas pelos deputados fazem do cenário econômico e político para os novos governadores eleitos uma verdadeira provação. Ao que parece, os deputados estaduais estão pouco se importando com a situação financeira dos Estados e a política das pautas-bomba que caracterizaram a origem do processo de impeachment sem crime contra Dilma Rousseff pode se repetir em sua versão estadual.

A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo destaca que "em Minas, a Assembleia Legislativa aprovou há 13 dias um aumento de salário para os servidores públicos que terá impacto anual de R$ 122,5 milhões. O reajuste já foi sancionado pelo governador em exercício, desembargador Nelson Missias de Morais. Fernando Pimentel (PT), governador do Estado, está em viagem em caráter pessoal ao exterior. O vice, Antônio Andrade (MDB), e o presidente da Assembleia, Adalclever Lopes (MDB), substitutos diretos de Pimentel, também estão em viagem. No mês passado, já havia sido aprovada a transferência para o governo de uma dívida de R$ 100,7 milhões de fundações associadas à Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg)."

A matéria ainda relata que "no Rio Grande do Sul, o governador eleito, Eduardo Leite (PSDB), tenta convencer chefes dos outros Poderes a desistirem da proposta de reajuste salarial de 5,58% dos servidores, em análise na Assembleia. O impacto seria de R$ 132 milhões ao ano. O argumento usado por Leite é a dificuldade do Estado em contrair mais um gasto."

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