Governo quer congelar benefícios do INSS acima de um salário mínimo para bancar criação do Renda Cidadã

Equipe econômica do ministro Paulo Guedes estuda congelar os benefícios previdenciários acima de um salário mínimo para bancar a criação do Renda Cidadã, programa social idealizado pelo governo Jair Bolsonaro em substituição ao Bolsa Família

O ministro da Economia, Paulo Guedes
O ministro da Economia, Paulo Guedes (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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247 - Em busca de uma alternativa para financiar o Renda Cidadã, programa idealizado pelo governo Jair Bolsonaro em substituição ao Bolsa Família, a equipe econômica avalia congelar os benefícios previdenciários acima de um salário mínimo (R$ 1.045). Segundo reportagem da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, a medida seria insuficiente para chegar aos R$ 25 bilhões necessários para viabilizar o programa. 

Em setembro, Jair Bolsonaro havia descartado a proposta de congelar pensões e aposentadorias do Instituto Nacional de Seguridade Social (ISS) para bancar a criação do programa social, na época batizado de Renda Brasil. 

Nesta terça-feira (6), o senador Marcio Bittar (MDB-AC), relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que inclui a criação do Renda Cidadã, adiou o anúncio da proposta sobre a origem dos recursos que seria feito nesta quarta. 

Ao chegar ao Palácio do Planalto na tarde dessa terça-feira (6/10), o senador Marcio Bittar (MDB-AC), relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial, na qual será inserida a Renda Cidadã, recuou da promessa de fechar a proposta nesta quarta-feira (7/10). “Temos mais uma semana pela frente e pedimos paciência”,  justificou o parlamentar. 

 

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