‘Gravação com Temer foi legal e apontou crime; com Dilma, foi ilegal e não houve crime’

Médico infectologista em Natal, Alexandre Motta lembrou que a gravação com Michel Temer dando aval à compra do silêncio do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi "absolutamente legal" e aponta crimes do peemedebista, diferentemente da gravação que o juiz Sergio Moro autorizou contra Dilma Rousseff, que "não tinha crime" algum; "Essa delação da JBS foi voluntária. As delações da Lava Jato, as pessoas são condenadas primeiro, para depois dizerem se querem delatar", diz o médico; Moro, inclusive, pediu desculpas ao STF pela quebra do sigilo telefônico

Médico infectologista em Natal, Alexandre Motta lembrou que a gravação com Michel Temer dando aval à compra do silêncio do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi "absolutamente legal" e aponta crimes do peemedebista, diferentemente da gravação que o juiz Sergio Moro autorizou contra Dilma Rousseff, que "não tinha crime" algum; "Essa delação da JBS foi voluntária. As delações da Lava Jato, as pessoas são condenadas primeiro, para depois dizerem se querem delatar", diz o médico; Moro, inclusive, pediu desculpas ao STF pela quebra do sigilo telefônico
Médico infectologista em Natal, Alexandre Motta lembrou que a gravação com Michel Temer dando aval à compra do silêncio do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi "absolutamente legal" e aponta crimes do peemedebista, diferentemente da gravação que o juiz Sergio Moro autorizou contra Dilma Rousseff, que "não tinha crime" algum; "Essa delação da JBS foi voluntária. As delações da Lava Jato, as pessoas são condenadas primeiro, para depois dizerem se querem delatar", diz o médico; Moro, inclusive, pediu desculpas ao STF pela quebra do sigilo telefônico (Foto: Felipe L. Goncalves)

247 - Médico infectologista em Natal, Alexandre Motta lembrou que a gravação com Michel Temer dando aval à compra do silêncio do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi "absolutamente legal" e aponta crimes do peemedebista, diferentemente da gravação que o juiz Sergio Moro autorizou contra Dilma Rousseff, que "não tinha crime" algum. "Essa delação da JBS foi voluntária. As delações da Lava Jato, as pessoas são condenadas primeiro, para depois dizerem se querem delatar", diz o médico. 

Vale ressaltar que o juiz Sérgio Moro enviou ofício ao Supremo Tribunal Federal (STF) no qual pede "respeitosas escusas" à Corte por ter retirado o sigilo das escutas telefônicas envolvendo o ex-presidente Lula e autoridades, incluindo a presidente Dilma Rousseff. Mas não pediu desculpas nem a Lula nem a Dilma (veja mais aqui).

O infectologista lembra que, segundo as delações, Temer tentou comprar dois juízes. "A pergunta é: quem são esses juízes?", questionou.

"Cunha fez perguntas a Temer que Moro indeferiu. Por quê?", continuou.

"A mulher de Cunha por que ainda não foi presa. Cunha dizia que se a mulher fosse presa, ele entregaria todo mundo. É verdade? Por que essa mulher não foi presa?", acrescentou.

O médico fez, ainda, outro questionamento: "quando Moro tirou uma foto com Aécio, ele já sabia quem era o Aécio?".

 

 

 

 

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