Greve de caminhoneiros contra Bolsonaro não acontece; há bloqueio na Castello Branco contra Doria

As rodovias federais de todo o país amanheceram sem retenções na manhã desta segunda-feira (1), dia marcado para o início da paralisação nacional dos caminhoneiros. Em São Paulo, porém, duas pistas da Rodovia Castello Branco foram bloqueadas em um protesto contra o governador de São Paulo, João Doria

(Foto: Reprodução)
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247 - As rodovias de todo o país amanheceram sem retenções na manhã desta segunda-feira (1), dia marcado para o início da paralisação nacional dos caminhoneiros. Em São Paulo, porém, caminhoneiros bloquearam as duas pistas da Rodovia Castello Branco, na altura do município de Barueri (SP), em protesto contra o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), diz reportagem do UOL.

De acordo com o Ministério da Infraestrutura e a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o fluxo de veículos encontra-se liberado em todas as estradas federais sob concessão ou gestão do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Ainda segudo a pasta, os boletins estão sendo elaborados com base baseados em informações fornecidas pelo centro de controle da PRF e serão atualizados periodicamente. 

Entre as principais reivindicações da categoria estão a redução do PIS/Cofins incidente sobre o óleo diesel, aposentadoria especial, aumento e cumprimento da tabela do piso mínimo do frete rodoviária, criação de um marco regulatório para o setor, além de modificações no projeto 4199/2020, o BR do Mar, que trata da regulamentação do setor de cabotagem.

Neste final de semana, circulou em grupos de WhatsApp um áudio atribuído ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, afirmando, que enquanto os caminhoneiros "não desmamarem do governo, vão ver empresas crescendo e vocês com cada vez mais dificuldades".

O bloqueio na Rodovia Castello Branco teve início no começo da manhã desta segunda-feira, no sentido da capital paulista.  Os caminhoneiros também realizaram uma caminhada pela faixa da direita enquanto as demais permaneceram liberadas para os demais veículos. Diferente do protestos nacional, o movimento em São Paulo tem como eixo central a redução do Impostos sore Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

"Nossa reivindicação é por redução do ICMS porque faz a economia girar. É bom para nós e a economia inteira. E contra os pedágios abusivos. Somos pela volta ao trabalho. Ninguém mais aguenta ficar em casa", disse o líder da manifestação na Castello Branco, Claudinei Habacuque, de acordo com o UOL.

 

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