Haddad assume coordenação de núcleo para intensificar oposição a governo Bolsonaro

O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad será o coordenador dos Núcleos de Acompanhamento de Políticas Públicas (NAPPs), função criada pelo PT para monitorar as ações do governo Jair Bolsonaro e elaborar propostas para a oposição em várias áreas da governança como economia, políticas sociais, saúde, educação e segurança; a retomada do protagonismo de Haddad na cena pública nacional passa por um nova safra de caravanas democráticas pelo país e pela agenda Lula Livre

Haddad assume coordenação de núcleo para intensificar oposição a governo Bolsonaro
Haddad assume coordenação de núcleo para intensificar oposição a governo Bolsonaro (Foto: Ricardo Stuckert)

247 - O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad será o coordenador dos Núcleos de Acompanhamento de Políticas Públicas (NAPPs), função criada pelo PT para monitorar as ações do governo Jair Bolsonaro e elaborar propostas para a oposição em várias áreas da governança como economia, políticas sociais, saúde, educação e segurança. A retomada do protagonismo de Haddad na cena pública nacional passa por um nova safra de caravanas democráticas pelo país e pela agenda Lula Livre. 

A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo destaca que "o partido [o PT] se esforça para manter o protagonismo de Haddad, hoje o nome mais visível da legenda, como opção eleitoral. A coordenação dos recém-criados NAPPs [Núcleos de Acompanhamento de Políticas Públicas] foi a forma encontrada pela direção para dar protagonismo ao ex-prefeito".

A matéria ainda informa: "segundo dirigentes que participaram da reunião da Executiva Nacional do partido, neste final de semana, em São Paulo, a importância de Haddad hoje para o PT foi resumida em uma frase de Alberto Cantalice, um dos vice-presidentes da sigla, durante o encontro: 'Haddad é hoje a maior liderança do PT, solta', disse Cantalice à direção do partido."

E complementa: "petistas avaliam também que os adversários do partido na esquerda já estão explorando a segunda condenação de Lula para ganhar protagonismo no campo da oposição. Para dirigentes do PT, a fala de Ciro Gomes na Bienal da UNE em Salvador, na semana passada, não foi apenas um arroubo do pedetista, mas um gesto calculado com o objetivo de reforçar a mensagem de que Lula é carta fora do baralho das urnas e transformar a frase "Lula tá preso, babaca" numa espécie de bordão anti-petista."

 

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