Heider Pinto: “não podemos deixar o governo acabar com o Mais Médicos”

Médico sanitarista Heider Aurélio Pinto, que coordenou o programa Mais Médicos no governo da presidente Dilma Rousseff, fez duras críticas à entrevista do ministro da Saúde, Ricardo Barros, que insinuou que poderá acabar com o programa; "Para o governo interino de Michel Temer e Ricardo Barros, o Mais Médicos não é prioridade, é provisório, ele irá acabar. Porque, para eles, a obrigação de levar saúde às pessoas era dos municípios, e não do governo federal", afirmou; "Não podemos deixar o governo acabar com um programa tão importante para a saúde de 63 milhões de brasileiros. Temos que resistir a isso"

Brasília - Entrevista coletiva do secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do MS, Hêider Aurélio Pinto, ele fala sobre a contratação no programa Mais Médicos (Valter Campanato/Agência Brasil)
Brasília - Entrevista coletiva do secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do MS, Hêider Aurélio Pinto, ele fala sobre a contratação no programa Mais Médicos (Valter Campanato/Agência Brasil) (Foto: Aquiles Lins)

247 - O médico sanitarista Heider Aurélio Pinto, que coordenou o programa Mais Médicos no governo da presidente Dilma Rousseff, fez duras críticas à entrevista do ministro da Saúde, Ricardo Barros, que insinuou que poderá acabar com o programa. 

"Para o governo da presidente da Dilma, ele era uma prioridade do governo. Para o governo interino de Michel Temer e Ricardo Barros, o Mais Médicos não é prioridade, é provisório, ele irá acabar. Porque, para eles, a obrigação de levar saúde às pessoas era dos municípios, e não do governo federal", afirmou. 

"Não podemos deixar o governo acabar com um programa tão importante para a saúde de 63 milhões de brasileiros. Temos que resistir a isso", afirmou Heider, em vídeo divulgado no Facebook. 

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