Helena Chagas: caso Coaf prejudica agenda brasileira em Davos

"O fato concreto é que a crise Coaf atrapalhou a agenda de Bolsonaro em Davos. O cancelamento da coletiva e do pronunciamento presidencial previstos para esta quarta em Davos — algo inédito no Fórum — é sinal disso. O prejuízo se estendeu também aos ministros Paulo Guedes e Sérgio Moro, que fariam a coletiva que acabou cancelada e acabaram perdendo a oportunidade de ter maior contato com a imprensa internacional — que anda cética em relação ao Brasil", diz jornalista Helena Chagas, do site Os Divergentes

Helena Chagas: caso Coaf prejudica agenda brasileira em Davos
Helena Chagas: caso Coaf prejudica agenda brasileira em Davos (Foto: World Economic Forum / Christian Clavadetscher)

247 - Ao isolar o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL), seriamente comprometido no caso Coaf, o presidente Jair Bolsonaro teria jogado seu filho ao mar. Essa é a análise da jornalista Helena Chagas, n'Os Divergentes: declarações óbvias de presidente, de que, em caso de comprovação de culpa, Flávio pagará por seus atos, tem peso em meio a revelações em série sobre o filho e seus assessores. A crise prejudicou a participação brasileira em Davos.

"O fato concreto é que a crise Coaf atrapalhou a agenda de Bolsonaro em Davos. O cancelamento da coletiva e do pronunciamento presidencial previstos para esta quarta em Davos — algo inédito no Fórum — é sinal disso. O prejuízo se estendeu também aos ministros Paulo Guedes e Sérgio Moro, que fariam a coletiva que acabou cancelada e acabaram perdendo a oportunidade de ter maior contato com a imprensa internacional — que anda cética em relação ao Brasil", diz o texto de Helena.

Leia a íntegra no site Os Divergentes.

 

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