Ignorado em manifestos, Moro se oferece para assiná-los: 'questões pessoais devem ser deixadas de lado'

Ex-ministro e ex-juiz Sérgio Moro diz que está “em aberto” a possibilidade de aderir aos manifestos contra o fascismo e pela democracia, mas não disse se foi convidado

(Foto: Lula Marques)
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Revista Fórum - O ex-ministro e ex-juiz Sergio Moro acena, pela primeira vez, depois de ser ignorado, aos recém-criados movimentos que se autodenominam pró-democracia e compara o PT (Partido dos Trabalhadores) ao presidente Jair Bolsonaro.

Para Moro, o PT não reconhece erros cometidos durante seu período no governo federal em relação aos desvios na Petrobras. Nas palavras do ex-juiz da Lava Jato, é a mesma coisa que discurso negacionista de Bolsonaro sobre a pandemia do coronavírus. “É um erro isso”, diz.

À Folha, Moro diz que está “em aberto” a possibilidade de ele aderir a esses movimentos em defesa da democracia e contra o governo, mas não disse se foi convidado.

O ex-juiz não vê constrangimento em integrar manifestos que possam ter membros críticos a seu trabalho como juiz da Lava Jato. “Na democracia temos muito mais pontos em comum do que divergências. As questões pessoais devem ser deixadas de lado”, disse. “Não fui algoz de ninguém”.

Leia a íntegra na Fórum. 

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