Inquérito sobre Alckmin inclui Afif Domingos e Marcio França

O governador de São Paulo, Márcio França (PSB), e o ex-ministro Guilherme Afif (PSD) serão incluídos no inquérito eleitoral que investiga o presidenciável Geraldo Alckmin pelo suposto recebimento de R$ 10,3 milhões via caixa 2 da Odebrecht nas campanhas a governador de 2010 e 2014; o caso está em segredo de Justiça. Afif e França serão investigados pelo promotor da 1.ª zona eleitoral da capital, Luiz Henrique Dal Poz, porque assinaram a prestação de contas das campanhas sob suspeita como candidatos a vice na chapa de Alckmin – Afif, em 2010, e França, em 2014

Inquérito sobre Alckmin inclui Afif Domingos e Marcio França
Inquérito sobre Alckmin inclui Afif Domingos e Marcio França (Foto: REUTERS/Paulo Whitaker)

247 - O governador de São Paulo, Márcio França (PSB), e o ex-ministro Guilherme Afif (PSD) serão incluídos no inquérito eleitoral que investiga o presidenciável Geraldo Alckmin pelo suposto recebimento de R$ 10,3 milhões via caixa 2 da Odebrecht nas campanhas a governador de 2010 e 2014. O caso está em segredo de Justiça. Afif e França serão investigados pelo promotor da 1.ª zona eleitoral da capital, Luiz Henrique Dal Poz, porque assinaram a prestação de contas das campanhas sob suspeita como candidatos a vice na chapa de Alckmin – Afif, em 2010, e França, em 2014.

"Também são investigados o empresário Adhemar Cesar Ribeiro, cunhado de Alckmin, e o ex-secretário de Estado e ex-tesoureiro tucano Marcos Monteiro, acusados por três delatores da Odebrecht de terem recebido os pagamentos ilícitos. Todos negam terem recebido vantagens indevidas. Alckmin, Adhemar Cesar Ribeiro e Marcos Monteiro já são alvo de um outro inquérito na esfera cível que investiga suposto ato de improbidade administrativa envolvendo os supostos pagamentos da Odebrecht para as duas campanhas. Planilhas apreendidas pela Operação Lava Jato com Benedicto Junior, o BJ, ex-presidente da empreiteira, vinculam os repasses a dois contratos com o governo Alckmin: um emissário submarino da Sabesp na Praia Grande e a Parceria Público-Privada (PPP) da Linha 6-Laranja do Metrô.

(...)

Já o inquérito eleitoral ainda está parado quatro meses após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) ter remetido a investigação para a 1.ª instância eleitoral de São Paulo porque Alckmin perdeu a prerrogativa de foro após renunciar ao mandato de governador para concorrer à Presidência. Desde abril, o promotor e procuradores eleitorais discutem de quem é a competência para investigar o caso."

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