Instituto ligado aos auditores fiscais do trabalho repudia nomeação de Cristiane Brasil

O Instituto Trabalho Digno, entidade de estudos e pesquisas formada por auditores-fiscais do trabalho, dedicado à promoção do trabalho digno, publicou nota oficial repudiando a nomeação da deputada Cristiane Brasil para ministra do Trabalho: "A nomeação de ministros como tem sido feita para a pasta gera descalabros, como a do ex-ministro que decidiu destruir a política de combate ao trabalho escravo, a tentativa de ocupação de cargos da Inspeção do Trabalho por arrivistas e o loteamento dos cargos de Superintendente Regional por pessoas sem a mínima condição para tal e sem vínculo institucional, prática nefasta comum a todos os governos que já comandaram o país"

Plenário do Congresso Nacional durante sessão solene destinada a homenagear os 61 anos da morte de Getúlio Vargas. Em discurso, deputada federal e presidente nacional do PTB, Cristiane Brasil. Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
Plenário do Congresso Nacional durante sessão solene destinada a homenagear os 61 anos da morte de Getúlio Vargas. Em discurso, deputada federal e presidente nacional do PTB, Cristiane Brasil. Foto: Geraldo Magela/Agência Senado (Foto: Romulo Faro)

247 - O Instituto Trabalho Digno, entidade de estudos e pesquisas formada por auditores-fiscais do trabalho, dedicado à promoção do trabalho digno, publicou Nota Oficial repudiando a nomeação da deputada Cristiane Brasil para ministra do Trabalho, considerada pela Justiça como um desrespeito à moralidade administrativa.

A entidade exige que o governo revogue a nomeação da deputada e do seu ex-assessor, Helton Yomura, que está atuando como secretário executivo e ministro interino.

Segundo a nota, "a nomeação de ministros como tem sido feita para a pasta gera descalabros, como a do ex-ministro que decidiu destruir a política de combate ao trabalho escravo, a tentativa de ocupação de cargos da Inspeção do Trabalho por arrivistas e o loteamento dos cargos de Superintendente Regional por pessoas sem a mínima condição para tal e sem vínculo institucional, prática nefasta comum a todos os governos que já comandaram o país".

Citando a crise da Caixa Econômica Federal, o Instituto Trabalho Digno defende que a escolha do novo ministro recaia sobre um servidor público da pasta, com ilibada reputação e notório saber em assuntos trabalhistas.

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