Investigado pela Cui Bono, controlador da Marfrig fecha acordo de R$ 100 mi

O empresário e controlador do grupo Marfrig, Marcos Antônio Molina dos Santos, fechou um termo de compromisso de reparação junto ao Ministério Público do Distrito Federal onde se comprometeu a pagar R$ 100 milhões, a título de danos materiais, morais e sociais; Molina é é investigado na Operação Cui Bono pela suspeita de R$ 10 milhões em propinas para liberar uma operação de crédito junto à Caixa Econômica Federal; operação, deflagrada no ano passado, tem como alvo central o ex-vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Geddel Vieira Lima

O empresário e controlador do grupo Marfrig, Marcos Antônio Molina dos Santos, fechou um termo de compromisso de reparação junto ao Ministério Público do Distrito Federal onde se comprometeu a pagar R$ 100 milhões, a título de danos materiais, morais e sociais; Molina é é investigado na Operação Cui Bono pela suspeita de R$ 10 milhões em propinas para liberar uma operação de crédito junto à Caixa Econômica Federal; operação, deflagrada no ano passado, tem como alvo central o ex-vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Geddel Vieira Lima
O empresário e controlador do grupo Marfrig, Marcos Antônio Molina dos Santos, fechou um termo de compromisso de reparação junto ao Ministério Público do Distrito Federal onde se comprometeu a pagar R$ 100 milhões, a título de danos materiais, morais e sociais; Molina é é investigado na Operação Cui Bono pela suspeita de R$ 10 milhões em propinas para liberar uma operação de crédito junto à Caixa Econômica Federal; operação, deflagrada no ano passado, tem como alvo central o ex-vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Geddel Vieira Lima (Foto: Paulo Emílio)

247 - O empresário e controlador do grupo Marfrig, Marcos Antônio Molina dos Santos, fechou um termo de compromisso de reparação junto ao Ministério Público do Distrito Federal onde se comprometeu a pagar R$ 100 milhões, a título de danos materiais, morais e sociais. Molina é é investigado na Operação Cui Bono pela suspeita de R$ 10 milhões em propinas para liberar uma operação de crédito junto à Caixa Econômica Federal. A Cui Bono, deflagrada no ano passado, investiga a suspeita de irregularidades na liberação e créditos da Caixa para grandes empresas e tem como alvo central o ex-vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Geddel Vieira Lima

O pagamento feito por Molina se refere a operações de crédito ilícitas (Cédula de Crédito Bancário) realizadas pela Marfrig para ter acesso a R$ 300 milhões em créditos que já teriam sido quitados. Apesar do acordo, a Procuradoria do DF ressalta que isso "não isenta o empresário a responder pelos ilícitos investigados na Operação Cui Bono" e que "a assinatura do termo não se confunde com acordo de leniência ou de colaboração premiada, por não tratar de reconhecimento de responsabilidade criminal ou administrativa de pessoa física ou jurídica. Além disso, não prevê nenhum tipo de benefício nem impede complementação da multa por outros órgãos de controle. O documento permite que, ao ser denunciado e condenado pelos fatos constantes no termo, o investigado possa ter a pena atenuada, a depender da sentença proferida pelo juiz".

 

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