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Janja critica Malafaia em evento do PT: “insignificante”

Primeira-dama participou do IV Encontro Nacional de Evangélicos e Evangélicas do PT

Rosângela Lula da Silva (Foto: Reprodução)
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247 - A primeira-dama Rosângela Lula da Silva participou, nesta segunda-feira (8), do IV Encontro Nacional de Evangélicos e Evangélicas do PT, realizado em Brasília, onde fez críticas ao pastor Silas Malafaia e defendeu a aproximação entre o campo progressista e mulheres evangélicas.

Durante sua fala, ela afirmou que não reconhece o religioso como pastor, dizendo que “também não chamo ele (Silas Malafaia) de pastor”.

Janja também reagiu a declarações feitas por Malafaia nas redes sociais, nas quais ele a teria acusado de conversar com “mulheres insignificantes”. Ela rebateu a fala e afirmou: “ele teve a cara de pau de ir numa rede social e falou que eu estava conversando com mulheres insignificantes. Insignificante é ele, porque toda mulher para mim é importante”.

Ao defender o diálogo com diferentes grupos de mulheres, a primeira-dama destacou a importância da comunicação política e da escuta ativa. Segundo Janja, “não importa o número de mulheres que a gente conseguir reunir, o que importa é a gente conseguir falar e conseguir se comunicar".

Ela também relatou sua preocupação em compreender as barreiras entre o campo progressista e mulheres evangélicas, afirmando: “eu queria entender quais eram os obstáculos que essas mulheres viam em nós do campo progressista”.

Janja acrescentou ainda que enxerga afinidade entre valores religiosos e pautas progressistas ao afirmar que “o campo progressista acredita nos valores que estão no Evangelho e na Bíblia”, defendendo maior diálogo com esse segmento.

Segundo ela, após esse processo de escuta, “eu queria entender qual era a dificuldade de nos aproximarmos efetivamente, e percebi que não tem dificuldade”.

A primeira-dama afirmou que as dificuldades enfrentadas por mulheres são semelhantes independentemente de orientação política ou religiosa, dizendo que “as dificuldades que as mulheres nos seus territórios sentem é a mesma de uma mulher progresista e uma mulher de direita, não existe essa separação”.

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