Janot avisa que "não deixa de fazer ato de ofício" em denúncia contra Temer

Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que "não deixará de praticar ato de ofício" caso julgue ser preciso apresentar uma nova denúncia criminal contra Michel Teme; "O Ministério Público não fala o que vai fazer. O Ministério Público faz e depois, se houver dúvida, explica porque o fez. O que eu posso dizer é que eu não deixo de praticar ato de ofício em razão de estarem faltando 20 dias para terminar meu mandato", afirmou; "As investigações que estiverem maduras irão pra frente", disse; "Aquelas que não estiverem maduras aguardarão a minha sucessora para que elas sigam o seu rumo natural", completou

Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que "não deixará de praticar ato de ofício" caso julgue ser preciso apresentar uma nova denúncia criminal contra Michel Teme; "O Ministério Público não fala o que vai fazer. O Ministério Público faz e depois, se houver dúvida, explica porque o fez. O que eu posso dizer é que eu não deixo de praticar ato de ofício em razão de estarem faltando 20 dias para terminar meu mandato", afirmou; "As investigações que estiverem maduras irão pra frente", disse; "Aquelas que não estiverem maduras aguardarão a minha sucessora para que elas sigam o seu rumo natural", completou
Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que "não deixará de praticar ato de ofício" caso julgue ser preciso apresentar uma nova denúncia criminal contra Michel Teme; "O Ministério Público não fala o que vai fazer. O Ministério Público faz e depois, se houver dúvida, explica porque o fez. O que eu posso dizer é que eu não deixo de praticar ato de ofício em razão de estarem faltando 20 dias para terminar meu mandato", afirmou; "As investigações que estiverem maduras irão pra frente", disse; "Aquelas que não estiverem maduras aguardarão a minha sucessora para que elas sigam o seu rumo natural", completou (Foto: Paulo Emílio)

247 - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que "não deixará de praticar ato de ofício" caso julgue ser preciso apresentar uma nova denúncia criminal contra Michel Temer.

"O Ministério Público não fala o que vai fazer. O Ministério Público faz e depois, se houver dúvida, explica porque o fez. O que eu posso dizer é que eu não deixo de praticar ato de ofício em razão de estarem faltando 20 dias para terminar meu mandato", afirmou.

A primeira denúncia feita por Janot contra Temer, por corrupção passiva, barrada pela Câmara, que não autorizou a abertura de processo pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A expectativa é que Janot apresente uma nova denúncia contra Temer antes do encerramento de seu mandato à frente da PGR, que termina no dia 17 de setembro. Ele será substituído pela procuradora Raquel Dodge, indicada por Temer para o cargo.

"As investigações que estiverem maduras irão pra frente", disse Janot. "Aquelas que não estiverem maduras aguardarão a minha sucessora para que elas sigam o seu rumo natural", completou.

 

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