Janot pode dar xeque-mate em Temer com quatro acusações penais

Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pretende não dar fôlego a Michel Temer depois da apresentação da primeira denúncia contra ele, provavelmente na próxima semana; antes mesmo de a Câmara votar o pedido, que será enviado pelo ministro Edson Fachin, do STF, a equipe da PGR pretende enviar um segundo pedido de ação penal; na avaliação dos procuradores, com o que se tem hoje, já é possível atribuir ao menos três crimes a Temer; é possível que o peemedebista seja ainda alvo de uma quarta acusação: lavagem de dinheiro

Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pretende não dar fôlego a Michel Temer depois da apresentação da primeira denúncia contra ele, provavelmente na próxima semana; antes mesmo de a Câmara votar o pedido, que será enviado pelo ministro Edson Fachin, do STF, a equipe da PGR pretende enviar um segundo pedido de ação penal; na avaliação dos procuradores, com o que se tem hoje, já é possível atribuir ao menos três crimes a Temer; é possível que o peemedebista seja ainda alvo de uma quarta acusação: lavagem de dinheiro
Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pretende não dar fôlego a Michel Temer depois da apresentação da primeira denúncia contra ele, provavelmente na próxima semana; antes mesmo de a Câmara votar o pedido, que será enviado pelo ministro Edson Fachin, do STF, a equipe da PGR pretende enviar um segundo pedido de ação penal; na avaliação dos procuradores, com o que se tem hoje, já é possível atribuir ao menos três crimes a Temer; é possível que o peemedebista seja ainda alvo de uma quarta acusação: lavagem de dinheiro (Foto: Gisele Federicce)
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247 - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pretende não dar fôlego a Michel Temer depois da apresentação da primeira denúncia contra ele, provavelmente na próxima semana. As informações são da coluna Painel, da Folha.

Antes mesmo de a Câmara votar o pedido, que será enviado pelo ministro Edson Fachin, dando o aval se a ação será ou não aberta pelo Supremo Tribunal Federal, a equipe da PGR pretende enviar um segundo pedido de ação penal.

Na avaliação dos procuradores, com o que se tem hoje, já é possível atribuir ao menos três crimes a Temer: corrupção passiva, organização criminosa e obstrução à Justiça. É possível que o peemedebista seja ainda alvo de uma quarta acusação: lavagem de dinheiro.

A sustentação para o novo crime seriam os repasses para o coronel aposentado João Baptista Lima Filho, ex-assessor e amigo de Temer há mais de 30 anos, que recebeu R$ 1 milhão dos R$ 15 milhões destinados pela JBS à campanha do peemedebista. Além disso, material ainda sob sigilo nas mãos de Janot.

Segundo a Coluna do Estadão, interlocutores de Janot afirmam que o inquérito da Polícia Federal vai definir se ele irá apresentar uma ou mais denúncias contra Temer. A PF obteve junto a Fachin mais cinco dias para investigar Temer, que se encerram no início da semana.

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