Janot reforça grupo que investiga políticos

Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ampliou o grupo de trabalho encarregado das investigações sobre depurados, senadores e ministros com mais 4 investigadores e uma célula especial com 5 subprocuradores para atuar com exclusividade nos recursos da operação o Supremo Tribunal de Justiça (STJ); demanda cresceu especialmente depois das delações do empresário Ricardo Pessoa e do lobista Fernando Baiano e devem aumentar ainda mais após as recentes buscas realizadas nas casas do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB)

Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ampliou o grupo de trabalho encarregado das investigações sobre depurados, senadores e ministros com mais 4 investigadores e uma célula especial com 5 subprocuradores para atuar com exclusividade nos recursos da operação o Supremo Tribunal de Justiça (STJ); demanda cresceu especialmente depois das delações do empresário Ricardo Pessoa e do lobista Fernando Baiano e devem aumentar ainda mais após as recentes buscas realizadas nas casas do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB)
Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ampliou o grupo de trabalho encarregado das investigações sobre depurados, senadores e ministros com mais 4 investigadores e uma célula especial com 5 subprocuradores para atuar com exclusividade nos recursos da operação o Supremo Tribunal de Justiça (STJ); demanda cresceu especialmente depois das delações do empresário Ricardo Pessoa e do lobista Fernando Baiano e devem aumentar ainda mais após as recentes buscas realizadas nas casas do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB) (Foto: Roberta Namour)
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247 – O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ampliou o grupo de trabalho encarregado das investigações sobre deputados, senadores e ministros com mais 4 investigadores e uma célula especial com 5 subprocuradores para atuar com exclusividade nos recursos da operação o Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

Com base no trabalho do grupo coordenado pelo procurador Douglas Fisher, Janot pediu no início do ano a abertura de inquérito contra mais de 50 políticos. Mas a demanda cresceu especialmente depois das delações do empresário Ricardo Pessoa e do lobista Fernando Baiano. Devem aumentar ainda mais após as recentes buscas realizadas nas casas do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), do ministro do Turismo, Henrique Alves, e do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.

Leia aqui reportagem de Jailton Carvalho sobre o assunto.

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