JBS pagou propinas de R$ 15 mi a Temer, diz delator

Delator da JBS Ricardo Saud afirmou que o grupo J&F, controlador da JBS, pagou cerca de R$ 15 milhões a Michel Temer; dinheiro seria a contrapartida da companhia em troca da defesa de projetos de interesses do grupo empresarial; Temer também teve uma conversa gravada pelo empresário Joesley Batista, onde avaliza o pagamento de propina para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha, preso na Lava Jato; nesta quinta-feira (18), Temer negou que irá renunciar e aprofundou a crise política e institucional para um nível sem precedentes na história da República

Delator da JBS Ricardo Saud afirmou que o grupo J&F, controlador da JBS, pagou cerca de R$ 15 milhões a Michel Temer; dinheiro seria a contrapartida da companhia em troca da defesa de projetos de interesses do grupo empresarial; Temer também teve uma conversa gravada pelo empresário Joesley Batista, onde avaliza o pagamento de propina para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha, preso na Lava Jato; nesta quinta-feira (18), Temer negou que irá renunciar e aprofundou a crise política e institucional para um nível sem precedentes na história da República
Delator da JBS Ricardo Saud afirmou que o grupo J&F, controlador da JBS, pagou cerca de R$ 15 milhões a Michel Temer; dinheiro seria a contrapartida da companhia em troca da defesa de projetos de interesses do grupo empresarial; Temer também teve uma conversa gravada pelo empresário Joesley Batista, onde avaliza o pagamento de propina para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha, preso na Lava Jato; nesta quinta-feira (18), Temer negou que irá renunciar e aprofundou a crise política e institucional para um nível sem precedentes na história da República (Foto: Paulo Emílio)

247 - Um dos delatores da JBS, Ricardo Saud, afirmou em seu depoimento que o grupo J&F, controlador da JBS, pagou cerca de R$ 15 milhões a Michel Temer. O dinheiro seria a contrapartida da companhia em troca da defesa de projetos de interesses do grupo empresarial. Temer também teve uma conversa gravada pelo empresário Joesley Batista, onde avaliza o pagamento de propina para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha, preso na Lava Jato.

Para a procuradoria Geral da República, os depoimentos indicam "solicitação de vantagem indevida por parte do atual presidente da República, bem como do deputado federal Rodrigo da Rocha Loures (PMDB-PR), no montante de 5% do lucro obtido com o afastamento do monopólio da Petrobras no fornecimento de gás a uma das empresas do grupo".

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