Joesley e Saud recorrem ao STF contra prisão preventiva

Defesas do empresário Joesley Batista e do ex-diretor do grupo J&F Ricardo Saud impetraram recursos junto ao STF visando derrubar a decisão do ministro Edson Fachin, que converteu a prisão temporária em prisão preventiva; segundo a defesa, não existe motivo para a conversão, uma vez que Joesley e Saud não teriam agido de má-fé em suas colaborações, ao contrário do que afirma o ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot

Defesas do empresário Joesley Batista e do ex-diretor do grupo J&F Ricardo Saud impetraram recursos junto ao STF visando derrubar a decisão do ministro Edson Fachin, que converteu a prisão temporária em prisão preventiva; segundo a defesa, não existe motivo para a conversão, uma vez que Joesley e Saud não teriam agido de má-fé em suas colaborações, ao contrário do que afirma o ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot
Defesas do empresário Joesley Batista e do ex-diretor do grupo J&F Ricardo Saud impetraram recursos junto ao STF visando derrubar a decisão do ministro Edson Fachin, que converteu a prisão temporária em prisão preventiva; segundo a defesa, não existe motivo para a conversão, uma vez que Joesley e Saud não teriam agido de má-fé em suas colaborações, ao contrário do que afirma o ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot (Foto: Paulo Emílio)

247 - As defesas do empresário Joesley Batista e do ex-diretor do grupo Ricardo Saud, impetraram recursos junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) visando derrubar a decisão do ministro da Corte Edson Fachin, que converteu a prisão temporária em prisão preventiva, quando não um prazo determinado para que sejam libertados.

Segundo a defesa, não existe motivo para a conversão, uma vez que Joesley e Saud não teriam agido de má-fé em suas colaborações, ao contrário do que afirma o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot.

Janot rescindiu o acordo de delação dos dois executivos d J&F, mas o ministro Edson Fachin ainda não validou a rescisão.

"O eminente Ministro deixou de analisar, ainda que de modo perfunctório, se efetivamente há elementos suficientes para sustentar uma presunção de má-fé do agravante na omissão de fatos que o digno PGR suspeita serem delituosos e, se tal presunção/suspeita serve, per si, para a decretação de uma prisão preventiva", alegaram os advogados no recurso.

Os advogados pedem que Fachin reconsidere a decisão ou que o caso seja levado a julgamento pela Segunda Corte do tribunal.

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