“Jogo duplo” de Paulinho racha a Força Sindical

Líderes da Força Sindical na região Sul do país aprovaram por unanimidade uma moção de repúdio contra o "jogo duplo" do deputado Paulinho da Força (SD-SP); encontro realizado em Florianópolis no último fim de semana denunciou a "enrolation"da central nas discussões sobre a reforma da previdência; "Nossa central deve ser para o trabalhador não só no discurso de marketing, mas também em suas posições políticas e iniciativas", diz um trecho do documento sinalizando o racha na Força; leia texto na íntegra 

Líderes da Força Sindical na região Sul do país aprovaram por unanimidade uma moção de repúdio contra o "jogo duplo" do deputado Paulinho da Força (SD-SP); encontro realizado em Florianópolis no último fim de semana denunciou a "enrolation"da central nas discussões sobre a reforma da previdência; "Nossa central deve ser para o trabalhador não só no discurso de marketing, mas também em suas posições políticas e iniciativas", diz um trecho do documento sinalizando o racha na Força; leia texto na íntegra 
Líderes da Força Sindical na região Sul do país aprovaram por unanimidade uma moção de repúdio contra o "jogo duplo" do deputado Paulinho da Força (SD-SP); encontro realizado em Florianópolis no último fim de semana denunciou a "enrolation"da central nas discussões sobre a reforma da previdência; "Nossa central deve ser para o trabalhador não só no discurso de marketing, mas também em suas posições políticas e iniciativas", diz um trecho do documento sinalizando o racha na Força; leia texto na íntegra  (Foto: Aquiles Lins)

Por Esmael Morais, em seu blog - Líderes da Força Sindical na região Sul — Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul — aprovaram por unanimidade uma moção de repúdio contra o "jogo duplo" do deputado Paulinho da Força (SD-SP).

O encontro realizado em Florianópolis no último fim de semana denunciou a "enrolation"da central nas discussões sobre a reforma da previdência.

Na Carta da Força Sul, os sindicalistas condenam o aparelhamento partidário e corpo mole da Força Sindical com o ilegítimo Michel Temer (PMDB).

Paulinho da Força apoiou o golpe de Estado e sabia que os direitos dos trabalhadores seriam atacados, tais como o de aposentaria e de parar de trabalhar em algum momento da vida.

"Nossa central deve ser para o trabalhador não só no discurso de marketing, mas também em suas posições políticas e iniciativas", diz um trecho do documento sinalizando o racha na Força.

Abaixo, leia a íntegra do documento:

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