Jungmann diz que não se pode fatiar Embraer

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou nesta quinta-feira que não se pode "fatiar" a Embraer porque a área de defesa dentro da empresa é siamesa ao setor de aviação comercial, e reiterou que o governo não abre mão do controle acionário da companhia, que está em negociações com a norte-americana Boeing; segundo o ministro, as pesquisas na área de defesa da Embraer impulsionam a área comercial da empresa

Brasília - O ministro da Defesa, Raul Jungmann, participa de audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional para discutir a agenda e as perspectivas de atuação da pasta (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Brasília - O ministro da Defesa, Raul Jungmann, participa de audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional para discutir a agenda e as perspectivas de atuação da pasta (Marcelo Camargo/Agência Brasil) (Foto: Romulo Faro)

BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou nesta quinta-feira que não se pode "fatiar" a Embraer porque a área de defesa dentro da empresa é siamesa ao setor de aviação comercial, e reiterou que o governo não abre mão do controle acionário da companhia, que está em negociações com a norte-americana Boeing.

Segundo o ministro, as pesquisas na área de defesa da Embraer impulsionam a área comercial da empresa.

Jungmann disse ainda que o governo se preocupou com informações de que a negociação entre a Embraer e a Boeing tenha avançado sem o seu conhecimento, e disse que irá pedir ao representante do governo no Conselho da empresa brasileira para pedir explicações.

"Se aconteceu qualquer avanço de sinal, vamos querer esclarecimentos", disse o ministro em entrevista coletiva.

Reportagem de Ricardo Brito

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