Justiça confirma sentença de condenados no mensalão

Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região manteve a sentença condenatória contra o ex-deputado José Genoino (PT-SP), o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares, o empresário Marcos Valério, além de outros quatro ex-diretores do banco BMG por envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro na Ação Penal 470, o chamado escândalo do mensalão; Genoíno teve a sentença foi reduzida de 4 para 2 anos, 10 meses e 20 dias, devendo ser cumprida em regime aberto; defesa de todos os acusados disse que irá recorrer da decisão

Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região manteve a sentença condenatória contra o ex-deputado José Genoino (PT-SP), o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares, o empresário Marcos Valério, além de outros quatro ex-diretores do banco BMG por envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro na Ação Penal 470, o chamado escândalo do mensalão; Genoíno teve a sentença foi reduzida de 4 para 2 anos, 10 meses e 20 dias, devendo ser cumprida em regime aberto; defesa de todos os acusados disse que irá recorrer da decisão
Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região manteve a sentença condenatória contra o ex-deputado José Genoino (PT-SP), o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares, o empresário Marcos Valério, além de outros quatro ex-diretores do banco BMG por envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro na Ação Penal 470, o chamado escândalo do mensalão; Genoíno teve a sentença foi reduzida de 4 para 2 anos, 10 meses e 20 dias, devendo ser cumprida em regime aberto; defesa de todos os acusados disse que irá recorrer da decisão (Foto: Paulo Emílio)

247 - O Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região manteve a sentença condenatória contra o ex-deputado José Genoino (PT-SP), o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares, o empresário Marcos Valério, além de outros quatro ex-diretores do banco BMG por envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro na Ação Penal 470, o chamado escândalo do mensalão.

Segundo a denúncia apresentada à Justiça em 2006, o Ministério Público Federal alegou que o BMG liberou recursos ao PT e às empresas do publicitário Marcos Valério de maneira irregular, já que as garantias do empréstimo eram insuficientes e a situação financeira dos tomadores era incompatível com o valor liberado.

No caso de Genoíno, a sentença foi reduzida de 4 para 2 anos, 10 meses e 20 dias, devendo ser cumprida em regime aberto. Genoíno, que na época era presidente nacional do PT, foi acusado do crime de falsidade ideológica, tendo simulado empréstimos que teria o PT como destinário final.

A defesa de todos os acusados disse que irá recorrer da decisão.

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