Justiça Federal manda destruir dados de quebra de sigilo de FHC

O juiz Marcus Vinicius Reis Bastos, da 12ª Vara Federal em Brasília, mandou destruir os dados na quebra de sigilo fiscal e bancário do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e de duas empresas ligadas ao tucano; a decisão do magistrado atende a um determinação do TRF-1, que decidiu pela prescrição dos supostos crimes investigados; a investigação começou por causa de uma entrevista da jornalista Mirian Dutra, concedida à Folha; ex-amante de FHC, ela disse que ele utilizou a empresa Brasif Importação e Exportação para enviar dinheiro para o exterior

O juiz Marcus Vinicius Reis Bastos, da 12ª Vara Federal em Brasília, mandou destruir os dados na quebra de sigilo fiscal e bancário do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e de duas empresas ligadas ao tucano; a decisão do magistrado atende a um determinação do TRF-1, que decidiu pela prescrição dos supostos crimes investigados; a investigação começou por causa de uma entrevista da jornalista Mirian Dutra, concedida à Folha; ex-amante de FHC, ela disse que ele utilizou a empresa Brasif Importação e Exportação para enviar dinheiro para o exterior
O juiz Marcus Vinicius Reis Bastos, da 12ª Vara Federal em Brasília, mandou destruir os dados na quebra de sigilo fiscal e bancário do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e de duas empresas ligadas ao tucano; a decisão do magistrado atende a um determinação do TRF-1, que decidiu pela prescrição dos supostos crimes investigados; a investigação começou por causa de uma entrevista da jornalista Mirian Dutra, concedida à Folha; ex-amante de FHC, ela disse que ele utilizou a empresa Brasif Importação e Exportação para enviar dinheiro para o exterior (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O juiz Marcus Vinicius Reis Bastos, da 12ª Vara Federal em Brasília, mandou destruir os dados na quebra de sigilo fiscal e bancário do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e de duas empresas ligadas ao tucano. A decisão do magistrado atende a um determinação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que decidiu pela prescrição dos supostos crimes investigados. A destruição dos documentos foi publicada pelo O Globo e confirmada pelo jornal O Estado de S. Paulo.

A investigação começou por causa de uma entrevista da jornalista Mirian Dutra, concedida à Folha. Ex-amante de FHC, ela disse que ele utilizou a empresa Brasif Importação e Exportação para enviar dinheiro para o exterior.

A jornalista afirmou ter feito um contrato fictício de trabalho com a empresa para mascarar os repasses de pensão a seu filho Tomás, a quem sempre o ex-presidente sempre tratou como filho.

Mas em depoimento à PF Mirian negou que os repasses tenham sido feitos pela empresa e afirmou que os pagamentos teriam sido efetuados diretamente por FHC.

Quem autorizou a quebra de sigilo foi o juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal, mas o caso foi enviado para a 12ª Vara após redistribuição promovida pelo TRF-1.

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