Justiça libera recursos de Dantas e encerra Satiagraha

Justiça desbloqueou, no último dia 8, os ativos do Opportunity, de Daniel Dantas, travados na Operação Satiagraha, da PF; a ação foi anulada pelo STJ e pelo STF, por ilegalidades na condução da coleta de provas; com a decisão, a Satiagraha acabou; no ano passado, o STF condenou o ex-delegado da PF responsável pela operação, Protógenes Queiroz, a 2,6 anos de reclusão por violação de sigilo funcional por contas das irregularidades que teriam sido cometidas ao longo da investigação

Justiça desbloqueou, no último dia 8, os ativos do Opportunity, de Daniel Dantas, travados na Operação Satiagraha, da PF; a ação foi anulada pelo STJ e pelo STF, por ilegalidades na condução da coleta de provas; com a decisão, a Satiagraha acabou; no ano passado, o STF condenou o ex-delegado da PF responsável pela operação, Protógenes Queiroz, a 2,6 anos de reclusão por violação de sigilo funcional por contas das irregularidades que teriam sido cometidas ao longo da investigação
Justiça desbloqueou, no último dia 8, os ativos do Opportunity, de Daniel Dantas, travados na Operação Satiagraha, da PF; a ação foi anulada pelo STJ e pelo STF, por ilegalidades na condução da coleta de provas; com a decisão, a Satiagraha acabou; no ano passado, o STF condenou o ex-delegado da PF responsável pela operação, Protógenes Queiroz, a 2,6 anos de reclusão por violação de sigilo funcional por contas das irregularidades que teriam sido cometidas ao longo da investigação (Foto: Roberta Namour)

247 - A Justiça desbloqueou, no último dia 8, os ativos do Opportunity, de Daniel Dantas, travados na Operação Satiagraha, da PF, segundo o colunista Ancelmo Gois.

A ação foi anulada pelo STJ e pelo STF, por ilegalidades na condução da coleta de provas. Com a decisão, a Satiagraha acabou.

A Operação Satiagraha foi realizada pela Polícia Federal em 2008 e resultou na prisão de Daniel Dantas, Celso Pitta, Naji Nahas e outros 21 pessoas acusadas de envolvimento em um esquema de corrupção.

No ano passado, o STF condenou o ex-delegado da PF responsável pela operação, Protógenes Queiroz, a 2,6 anos de reclusão por violação de sigilo funcional por contas das irregularidades que teriam sido cometidas ao longo da investigação.

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