Justiça manda BNDES abrir informações sobre Porto de Mariel

Juiz federal da 16ª Vara Federal em Brasília, Marcelo Rebello Pinheiro, determinou que o BNDES abra a documentação sobre os empréstimos feitos para a modernização do Porto de Mariel, em Cuba; obras custaram US$ 975 milhões, sendo que US$ 682 milhões foram financiados pelo banco; documentos haviam sido classificados como sigilosos sob a alegação de que as negociações envolvem dados bancários do Brasil e de Cuba

Juiz federal da 16ª Vara Federal em Brasília, Marcelo Rebello Pinheiro, determinou que o BNDES abra a documentação sobre os empréstimos feitos para a modernização do Porto de Mariel, em Cuba; obras custaram US$ 975 milhões, sendo que US$ 682 milhões foram financiados pelo banco; documentos haviam sido classificados como sigilosos sob a alegação de que as negociações envolvem dados bancários do Brasil e de Cuba
Juiz federal da 16ª Vara Federal em Brasília, Marcelo Rebello Pinheiro, determinou que o BNDES abra a documentação sobre os empréstimos feitos para a modernização do Porto de Mariel, em Cuba; obras custaram US$ 975 milhões, sendo que US$ 682 milhões foram financiados pelo banco; documentos haviam sido classificados como sigilosos sob a alegação de que as negociações envolvem dados bancários do Brasil e de Cuba (Foto: Paulo Emílio)

247 - O Juiz federal da 16ª Vara Federal em Brasília, Marcelo Rebello Pinheiro, determinou que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) abra a documentação sobre os empréstimos feitos pela instituição para a modernização do Porto de Mariel, em Cuba.

O Porto de Mariel é uma das principais ações do governo cubano para modernizara economia do país caribenho. As obras custaram US$ 975 milhões, sendo que US$ 682 milhões foram financiados pelo BNDES. Pelos termos do acordo, cerca de US$ 802 milhões deverão ser gastos no Brasil por meio da compra de equipamentos, bens e serviços.

Os documentos haviam sido classificados como sigilosos pelo governo que alega que as negociações envolvem dados bancários do Brasil e de Cuba. "A existência de indícios de irregularidades nas operações de financiamento para reconstrução do Porto de Mariel, cujos contratos se pretendem exibir, sobrepõe-se ao dever de sigilo sobre as referidas operações", justificou o juiz Marcelo Pinheiro em sua decisão.

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