Justiça Militar manda prender quatro PMs no ES acusados de iniciar motim

Um dos mandados foi cumprido no último sábado, quando o tenente-coronel Carlos Alberto Foresti se entregou; outros três policiais militares que tiveram a prisão autorizada estão sendo procurados pela Corregedoria da Polícia Militar do Espírito Santo; eles são acusados de participação no motim que deixou várias cidades no Estado sem policiamento desde o início do mês; a crise deixou mais de 140 mortos no período

Vitória (ES) - Clima de tensão durante protesto de moradores em frente ao Comando Geral da Polícia Militar do Espírito Santo em Maruípe. Militares do Exército fazem a segurança da região (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Vitória (ES) - Clima de tensão durante protesto de moradores em frente ao Comando Geral da Polícia Militar do Espírito Santo em Maruípe. Militares do Exército fazem a segurança da região (Tânia Rêgo/Agência Brasil) (Foto: Gisele Federicce)

247 - A Justiça Militar do Espírito Santo mandou prender quatro agentes da corporação acusados de participação no motim que deixou várias cidades no Estado sem policiamento desde o início do mês.

A crise na segurança do Estado deixou ao menos 140 mortos no período. Homens das Forças Armadas foram enviados pelo governo federal para reforçar a segurança local.

Um dos mandados foi cumprido no último sábado 25, quando o tenente-coronel Carlos Alberto Foresti se entregou. Outros três PMs que tiveram a prisão autorizada estão sendo procurados pela Corregedoria da Polícia Militar.

O movimento, realizado por mulheres dos policiais que bloquearam por 23 dias os batalhões e não deixavam os agentes saírem para trabalhar, foi encerrado no sábado após um acordo, feito após nove horas de reunião no Ministério Público do Trabalho capixaba (MPT-ES), com representantes do governo estadual e da Justiça.

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