Kakay: denúncia contra senadores é de um procurador que joga para a opinião pública

Advogado do ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) e do senador Romero Jucá (PMDB-RR), Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, avalia que a denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra os peemedebistas anunciada nesta sexta-feira 25 é motivada pelo “final de carreira” do chefe da PGR, que “quer se posicionar frente à opinião pública”

Advogado do ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) e do senador Romero Jucá (PMDB-RR), Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, avalia que a denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra os peemedebistas anunciada nesta sexta-feira 25 é motivada pelo “final de carreira” do chefe da PGR, que “quer se posicionar frente à opinião pública”
Advogado do ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) e do senador Romero Jucá (PMDB-RR), Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, avalia que a denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra os peemedebistas anunciada nesta sexta-feira 25 é motivada pelo “final de carreira” do chefe da PGR, que “quer se posicionar frente à opinião pública” (Foto: Gisele Federicce)

247 – O advogado criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, avalia que "não existe nenhum motivo, tecnicamente falando", para se fazer a denúncia apresentada nesta sexta-feira 25 pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra políticos do PMDB.

Janot denunciou os senadores Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR), Garibaldi Alves Filho (RN) e Valdir Raupp (RO), além do ex-presidente José Sarney; o ex-presidente da Transpetro (subsidiária da Petrobras) Sergio Machado, entre outros nomes, no âmbito da delação premiada de Sergio Machado.

Kakay é advogado de Sarney e Jucá. Para ele, trata-se de uma denúncia de "um procurador em final de carreira que quer se posicionar frente à opinião pública". "Reputo isso mais a uma despedida do dr.. Rodrigo Janot, disse o criminalista, destacando que o chefe da PGR praticamente não denunciou ninguém na Lava Jato ao longo de seu mandato.

Kakay destaca ainda que a delação premiada de Sergio Machado "está desmoralizada" e lembra que a Polícia Federal, quanto terminou o relatório relacionado ao caso, "recomendou expressamente à delegada que Sergio Machado perdesse os benefícios da delação".

"Talvez ele, sim, tenha cometido crimes ao gravar ilegalmente e de forma imoral os senadores", disse Kakay. "É absolutamente lamentável", completou.

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