Kátia Abreu chama governo Bolsonaro de "filme de terror"

A senadora Kátia Abreu (PDT-TO) disse que Jair Bolsonro estimulou o aumento das queimadas na Amazônia, dando munição aos adversários comerciais do Brasil e ameaçando acordo comericias, como o Mercosul-União Europeia

Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) realiza audiência pública interativa para discutir a privatização das refinarias e das fábricas de fertilizantes contidas no plano de desinvestimento da Petrobrás, a venda para a iniciativa privada da malha dutoviária conhecida como NTS no Sul/Sudeste e TAG no Norte/Nordeste, bem como os investimentos da Petrobras nas regiões brasileiras. \r\rÀ bancada, em pronunciamento, senadora Kátia Abreu (PDT-TO).\r\rFoto: Jane de Araújo/Agência Senado
Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) realiza audiência pública interativa para discutir a privatização das refinarias e das fábricas de fertilizantes contidas no plano de desinvestimento da Petrobrás, a venda para a iniciativa privada da malha dutoviária conhecida como NTS no Sul/Sudeste e TAG no Norte/Nordeste, bem como os investimentos da Petrobras nas regiões brasileiras. \r\rÀ bancada, em pronunciamento, senadora Kátia Abreu (PDT-TO).\r\rFoto: Jane de Araújo/Agência Senado (Foto: Jane de Araújo)
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247 - Em entrevista ao UOL, a senadora Kátia Abreu (PDT-TO), classificou a política do governo Jair Bolsonaro (PSL) sobre o meio ambiente como um retrocesso para o país. "Retroagir nesse debate de 15 anos atrás é viver um filme de terror", disse a ex-ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

A senadora disse ainda que Bolsonro estimulou o aumento das queimadas na Amazônia, dando munição aos adversários comerciais do Brasil e ameaçando acordo comericias, como o Mercosul-União Europeia.

Ela afirma que o agronegócio tem responsabilidade sobre as queimadas, mas enfatizou que é preciso ficar muito claro que é uma "minoria muito restrita" do setor.

"Apenas meia dúzia de pessoas egoístas, que olham só para o seu umbigo, pessoas reacionárias, irresponsáveis e que não têm amor à pátria [praticam esse tipo de queimada]. Amor à pátria não é desmatar. Amor à pátria é cuidar dela, cuidar do desenvolvimento, do crescimento, do emprego, do equilíbrio e da imagem", disse.

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