Kotscho: Carmen Lúcia vai para o tudo ou nada contra Lula

O jornalista Ricardo Kotscho avalia nesta quinta-feira, 22, que o cenário das eleições presidenciais de outubro está à espera do julgamento do habeas corpus do ex-presidente Lula pelo STF nesta tarde; "Julgar agora apenas o habeas corpus de Lula foi a jogada de mestre encontrada pela suprema presidente para derrotar os ministros que defendiam o julgamento de ações sobre todos os casos pendentes no STF", diz ele; "Do resultado deste julgamento dependerá o cenário da eleição presidencial de 2018. Com Lula, será um; sem ele, ninguém pode prever como será", diz Kotscho

O jornalista Ricardo Kotscho avalia nesta quinta-feira, 22, que o cenário das eleições presidenciais de outubro está à espera do julgamento do habeas corpus do ex-presidente Lula pelo STF nesta tarde; "Julgar agora apenas o habeas corpus de Lula foi a jogada de mestre encontrada pela suprema presidente para derrotar os ministros que defendiam o julgamento de ações sobre todos os casos pendentes no STF", diz ele; "Do resultado deste julgamento dependerá o cenário da eleição presidencial de 2018. Com Lula, será um; sem ele, ninguém pode prever como será", diz Kotscho
O jornalista Ricardo Kotscho avalia nesta quinta-feira, 22, que o cenário das eleições presidenciais de outubro está à espera do julgamento do habeas corpus do ex-presidente Lula pelo STF nesta tarde; "Julgar agora apenas o habeas corpus de Lula foi a jogada de mestre encontrada pela suprema presidente para derrotar os ministros que defendiam o julgamento de ações sobre todos os casos pendentes no STF", diz ele; "Do resultado deste julgamento dependerá o cenário da eleição presidencial de 2018. Com Lula, será um; sem ele, ninguém pode prever como será", diz Kotscho (Foto: Aquiles Lins)
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247 - O jornalista Ricardo Kotscho avalia nesta quinta-feira, 22, que o cenário das eleições presidenciais de outubro está à espera do julgamento do habeas corpus do ex-presidente Lula pelo STF nesta tarde. 

"Líder absoluto em todas as pesquisas presidenciais, com pelo menos o dobro de intenções de voto do segundo colocado, o ex-militar Jair Bolsonaro, candidato da extrema-direita, Lula só não chegaria a um terceiro mandato se fosse impedido pela Justiça", diz Kotscho. 

Kotscho lembra que, nomeada por Lula para o STF, Cármen Lúcia recusou-se terminantemente a colocar em pauta a revisão sobre a prisão após condenação em segunda instância pleiteada pelo decano Celso de Mello e outros ministros, com receio de ver sua tese desta vez derrotada.

"Julgar agora apenas o habeas corpus de Lula foi a jogada de mestre encontrada pela suprema presidente para derrotar os ministros que defendiam o julgamento de ações sobre todos os casos pendentes no STF", diz ele. 

"Tirar Lula do jogo parecia mais fácil do que encontrar um candidato capaz de derrotá-lo nas urnas. E esse candidato até hoje não existe, o que aumenta a importância e a responsabilidade da decisão a ser tomada pelos 11 supremos ministros, com transmissão ao vivo pela TV. Do resultado deste julgamento dependerá o cenário da eleição presidencial de 2018. Com Lula, será um; sem ele, ninguém pode prever como será", diz Kotscho.

Leia o texto na íntegra no Balaio do Kotscho

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