Kotscho: FHC e Lula juntos? Revivendo a história, refrescando a memória

Jornalista Ricardo Kotscho destaca em seu site a frase do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de que "se pudesse reviver a história, tentaria me aproximar do Lula; "Então, já que é assim, vamos tentar reviver esta história, refrescando nossa memória sobre fatos ocorridos entre o final de 1993 e o começo de 1994, ano de eleições presidenciais", diz; "O diálogo com o PT iniciado por Tasso e Ciro só não foi adiante porque FHC optou por se aliar à direita com o PFL (hoje DEM) com o PMDB a reboque, fiel da balança de todos os governos petistas e tucanos após a redemocratização" ressalta

Jornalista Ricardo Kotscho destaca em seu site a frase do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de que "se pudesse reviver a história, tentaria me aproximar do Lula; "Então, já que é assim, vamos tentar reviver esta história, refrescando nossa memória sobre fatos ocorridos entre o final de 1993 e o começo de 1994, ano de eleições presidenciais", diz; "O diálogo com o PT iniciado por Tasso e Ciro só não foi adiante porque FHC optou por se aliar à direita com o PFL (hoje DEM) com o PMDB a reboque, fiel da balança de todos os governos petistas e tucanos após a redemocratização" ressalta
Jornalista Ricardo Kotscho destaca em seu site a frase do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de que "se pudesse reviver a história, tentaria me aproximar do Lula; "Então, já que é assim, vamos tentar reviver esta história, refrescando nossa memória sobre fatos ocorridos entre o final de 1993 e o começo de 1994, ano de eleições presidenciais", diz; "O diálogo com o PT iniciado por Tasso e Ciro só não foi adiante porque FHC optou por se aliar à direita com o PFL (hoje DEM) com o PMDB a reboque, fiel da balança de todos os governos petistas e tucanos após a redemocratização" ressalta (Foto: Paulo Emílio)

247 - O jornalista Ricardo Kotscho destaca em seu site a frase do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de que "Se pudesse reviver a história, tentaria me aproximar do Lula". "Então, já que é assim, vamos tentar reviver esta história, refrescando nossa memória sobre fatos ocorridos entre o final de 1993 e o começo de 1994, ano de eleições presidenciais", diz Kotscho acerca do afastamento das legendas para campos políticos opostos desde então.

Testemunha ocular do ocorrido, Kotscho relata que na época "Tasso Jereissati e Ciro Gomes, dois tucanões nordestinos de muito prestígio no partido, vieram do Ceará para um encontro com Lula em São Paulo" quando "faltavam poucas semanas para o Natal de 1993 e já tínhamos feito algumas caravanas viajando de ônibus pelo país na pré-campanha de Lula para as eleições do ano seguinte". "Lula, Tasso e Ciro discutiram a possibilidade da formação de uma chapa PT-PSDB ou PSDB-PT em 1994", afirma.

Como nada foi decidido de imediato, "FHC foi mais rápido e se aproximou do então PFL, iniciando conversações com o cacique Antonio Carlos Magalhães, por intermédio de Roberto Marinho. Começava a se formar ali a chapa PSDB-PFL que, no embalo do Plano Real comandado por FHC no Ministério da Fazenda, que o pefelista Marco Maciel acabou sendo o vice de FHC nos dois mandatos do tucano.

"Por que PSDB e PT nunca se juntaram?", pergunta FHC a si mesmo já quase no final da entrevista. E ele mesmo responde: "Por disputa de poder, não por disputa ideológica. Se tivéssemos mais capacidade de diálogo, teria sido melhor".

"O diálogo com o PT iniciado por Tasso e Ciro só não foi adiante porque FHC optou por se aliar à direita com o PFL (hoje DEM) com o PMDB a reboque, fiel da balança de todos os governos petistas e tucanos após a redemocratização", observa.

Leia a íntegra no Balaio do Kotscho.

 

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