Kotscho: Temer já está em campanha e resolveu fugir para frente

O jornalista Ricardo Kotscho afirmou neste sábado, 17, que Michel Temer sacou a intervenção militar na Segurança Pública do Rio de Janeiro como a principal bandeira da sua campanha à reeleição; "E se a intervenção militar não der certo antes das eleições, qual será o próximo passo? Estado de Sítio?", questiona; "Não sei, não, mas tudo neste momento vampiresco que vive o país me cheira a naftalina, a filme velho em preto e branco, a começar pelos trajes e gomalinas usados pelos principais personagens do Palácio do Planalto", diz ele

O jornalista Ricardo Kotscho afirmou neste sábado, 17, que Michel Temer sacou a intervenção militar na Segurança Pública do Rio de Janeiro como a principal bandeira da sua campanha à reeleição; "E se a intervenção militar não der certo antes das eleições, qual será o próximo passo? Estado de Sítio?", questiona; "Não sei, não, mas tudo neste momento vampiresco que vive o país me cheira a naftalina, a filme velho em preto e branco, a começar pelos trajes e gomalinas usados pelos principais personagens do Palácio do Planalto", diz ele
O jornalista Ricardo Kotscho afirmou neste sábado, 17, que Michel Temer sacou a intervenção militar na Segurança Pública do Rio de Janeiro como a principal bandeira da sua campanha à reeleição; "E se a intervenção militar não der certo antes das eleições, qual será o próximo passo? Estado de Sítio?", questiona; "Não sei, não, mas tudo neste momento vampiresco que vive o país me cheira a naftalina, a filme velho em preto e branco, a começar pelos trajes e gomalinas usados pelos principais personagens do Palácio do Planalto", diz ele (Foto: Aquiles Lins)

247 - O jornalista Ricardo Kotscho afirmou neste sábado, 17, que Michel Temer sacou a intervenção militar na Segurança Pública do Rio de Janeiro como a principal bandeira da sua campanha à reeleição.

"É fácil botar tropas na rua, bem mais difícil é manda-las de volta para o quartel. Da última vez, levou 21 anos. Com o sepultamento do "governo das reformas", Temer aproveitou o fim do Carnaval para trocar de fantasia e partir para o tudo ou nada", diz Kotscho. 

O jornalista afirma que a medida não vai resolver o problema da insegurança pública, porque as tropas federais já estão nas ruas do Rio praticamente desde as Olimpíadas, "e de lá para cá o problema só se agravou".

"Michel Temer já está em campanha e resolveu fugir para a frente, ancorado por uma campanha de marketing, que lembra muito os discursos de Jair Bolsonaro, o líder da extrema direita que lidera todas as pesquisas na ausência do nome de Lula", diz ele. 

Ricardo Kotscho afirma que o que Temer mais quer é muita mídia para desfilar o figurino de "linha dura" que vai adotar na campanha eleitoral, agora correndo o risco de se transformar num bangue-bangue generalizado.

"E se a intervenção militar não der certo antes das eleições, qual será o próximo passo? Estado de Sítio? Ou Temer vai chamar tropas da ONU, quem sabe a 4ª Frota dos Estados Unidos, a mesma que esteve por aqui no apoio ao golpe de 1964? Não sei, não, mas tudo neste momento vampiresco que vive o país me cheira a naftalina, a filme velho em preto e branco, a começar pelos trajes e gomalinas usados pelos principais personagens do Palácio do Planalto", diz ele. 

"Contra a vontade dos militares, as fardas e seus canhões estão de volta a chamado de um governo civil que não se dá ao respeito. Sai Carlos Marun, o líder da tropa de choque de Temer no Congresso, que fracassou na compra dos votos da Previdência, e entram em cena as tropas do general Braga Netto", afirma. 

Leia o texto na íntegra no Balaio do Kotscho.

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