Lançada a Enciclopédia do golpe Vol.2

O livro "Enciclopédia do golpe Vol.2" acaba de ser lançado pela Editora Práxis; na esteira dos vários cursos sobre o golpe que foram se multiplicando após o curso oferecido pelo professor Luis Felipe Miguel da Universidade Federal de Brasília (são mais de 23 espalhados pelos Brasil, incluindo um da Unicamp que conta com mais de 12 professores de diversas áreas do conhecimento), o livro pretende preencher a demanda pela narrativa real do golpe e conta com expoentes da análise conjuntural, como o jurista Luiz Alberto Moniz Bandeira, o jornalista Fernando Horta, o ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão, o economista Luiz Gonzaga Belluzzo e o sociólogo Jessé Souza

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dilma (Foto: Gustavo Conde)
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247 - Chega às livrarias o segundo volume da Enciclopédia do Golpe, pela Editora Práxis. O livro é composto por vários artigos e ensaios sobre o quadro político e social dos últimos dois anos no Brasil e conta com expoentes da análise conjuntural.

Na esteira dos vários cursos sobre o golpe que foram se multiplicando após o curso oferecido pelo professor Luis Felipe Miguel da Universidade Federal de Brasília (são mais de 23 espalhados pelos Brasil, incluindo um da Unicamp que conta com mais de 12 professores de diversas áreas do conhecimento), o livro pretende preencher a demanda pela narrativa real do golpe, não as fantasias que a imprensa tradicional e as emissoras de TV aberta vem construindo ao longo do derretimento da economia do país. 

"A obra de 251 páginas contém 28 verbetes escritos por profissionais e estudiosos da comunicação, cientistas políticos, filósofos e historiadores. Os capítulos tratam de temas variados, que vão desde uma radiografia do conluio entre jornalistas e o Judiciário, passando pela falta de democratização da mídia, o protagonismo político da TV Globo, a tomada das redes sociais por movimentos reacionários e a ainda influente agenda imposta pelos veículos tradicionais. O foco é a centralidade da mídia hegemônica, tida pelos organizadores da obra como a principal responsável pela narrativa dos acontecimentos. 

“Indispensável a contribuição da propaganda inutilmente disfarçada de jornalismo para demonizar Lula, alvo maior da manobra golpista, reconhecido como principal entrave ao projeto de um Brasil-satélite no quintal dos EUA, país em demolição atado a instituições medievais, insignificante no plano internacional, exportador ainda e sempre de commodities”, defende Mino Carta, diretor de redação de CartaCapital, na introdução da enciclopédia."

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