Landau, do PSDB, quer vender a Petrobras

Ligada ao PSDB, a economista e integrante do movimento Livres, Elena Landau, defendeu a privatização da Petrobras em um artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo; . Segundo ela, a resistência da sociedade ao tema" das privatizações "diminuiu" e para equilibrar o Orçamento "a venda de ativos é parte essencial desse ajuste"; "Sou a favor da privatização da Petrobrás. Não se deve confundir interesse estratégico com propriedade", diz; "A agenda da privatização deve ser ampliada e ousada. Para isso basta seguir a Constituição brasileira – nela não há previsão de um Estado empresarial", completa

Ligada ao PSDB, a economista e integrante do movimento Livres, Elena Landau, defendeu a privatização da Petrobras em um artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo; . Segundo ela, a resistência da sociedade ao tema" das privatizações "diminuiu" e para equilibrar o Orçamento "a venda de ativos é parte essencial desse ajuste"; "Sou a favor da privatização da Petrobrás. Não se deve confundir interesse estratégico com propriedade", diz; "A agenda da privatização deve ser ampliada e ousada. Para isso basta seguir a Constituição brasileira – nela não há previsão de um Estado empresarial", completa
Ligada ao PSDB, a economista e integrante do movimento Livres, Elena Landau, defendeu a privatização da Petrobras em um artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo; . Segundo ela, a resistência da sociedade ao tema" das privatizações "diminuiu" e para equilibrar o Orçamento "a venda de ativos é parte essencial desse ajuste"; "Sou a favor da privatização da Petrobrás. Não se deve confundir interesse estratégico com propriedade", diz; "A agenda da privatização deve ser ampliada e ousada. Para isso basta seguir a Constituição brasileira – nela não há previsão de um Estado empresarial", completa (Foto: Paulo Emílio)

247 - Ligada ao PSDB, a economista e integrante do movimento Livres, Elena Landau, defendeu a privatização da Petrobras em um artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo. Segundo ela, a resistência da sociedade ao tema" das privatizações "diminuiu" e para equilibrar o Orçamento "a venda de ativos é parte essencial desse ajuste. Não só por causa dos recursos que entram, mas também pelos bilhões em custeio que deixam de sair do caixa do Tesouro Nacional"

Este governo avançou na desestatização da Eletrobrás. Começou pelo anúncio da venda de suas distribuidoras. As dezenas de bilhões que essas concessionárias absorveram não impediram que prestassem o pior serviço do País, sem nenhuma intervenção do órgão regulador. É como se o controle estatal desse salvo-conduto para a ineficiência e a inadimplência" e sua privatização se tornou inevitável", diz Landau.

Ainda segundo ela, "a Petrobrás também sofreu as consequências do populismo e da corrupção. A combinação de preços irrealistas para seu principal produto e de investimentos desastrosos produziu um endividamento quase explosivo. A administração atual melhorou o perfil da sua dívida. Mas uma boa gestão é razão para não se falar em privatização? Penso que não. Mesmo porque governos mudam, a governança muda junto, e podemos ter de volta o mesmo tipo de interferência política que destruiu as estatais brasileiras", afirma

"Sou a favor da privatização da Petrobrás. Não se deve confundir interesse estratégico com propriedade. É verdade que há países com estatais de petróleo, mas seria importante apontar a qualidade da governança e a estabilidade institucional desses governos em comparação com uma sociedade patrimonialista e com histórico de administrações com pouco apreço pelo dinheiro do contribuinte, como aqui. Mas também é verdade que num dos mais importantes players mundiais nessa área, os Estados Unidos, a atividade é privada", ressalta

"A agenda da privatização deve ser ampliada e ousada. Para isso basta seguir a Constituição brasileira – nela não há previsão de um Estado empresarial", completa em seguida.

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