Lava Jato apura propinas em contrato de informática de R$ 53 mi do BB

Dois ex-sócios da Ação Informática informaram à PF terem repassado R$ 4,9 milhões para a Credencial Construtora, acusada de ser empresa de fachada usada para lavagem de dinheiro no escândalo Petrobras, por serviços de "consultoria", em 2010, em negócio de fornecimento de software para o banco; a Credencial, que tem sede em Sumaré (SP), pertence a Eduardo Aparecido de Meira e Flávio Henrique de Oliveira Macedo, ambos presos em maio na 30ª fase da Lava Jato (Operação Vício)

Dois ex-sócios da Ação Informática informaram à PF terem repassado R$ 4,9 milhões para a Credencial Construtora, acusada de ser empresa de fachada usada para lavagem de dinheiro no escândalo Petrobras, por serviços de "consultoria", em 2010, em negócio de fornecimento de software para o banco; a Credencial, que tem sede em Sumaré (SP), pertence a Eduardo Aparecido de Meira e Flávio Henrique de Oliveira Macedo, ambos presos em maio na 30ª fase da Lava Jato (Operação Vício)
Dois ex-sócios da Ação Informática informaram à PF terem repassado R$ 4,9 milhões para a Credencial Construtora, acusada de ser empresa de fachada usada para lavagem de dinheiro no escândalo Petrobras, por serviços de "consultoria", em 2010, em negócio de fornecimento de software para o banco; a Credencial, que tem sede em Sumaré (SP), pertence a Eduardo Aparecido de Meira e Flávio Henrique de Oliveira Macedo, ambos presos em maio na 30ª fase da Lava Jato (Operação Vício) (Foto: Roberta Namour)

247 - A Operação Lava Jato investiga suposto pagamento de propinas em contrato do Banco do Brasil com a Ação Informática Brasil, em negócio de fornecimento de software para o banco, fechado em 2010, por R$ 53,2 milhões.

Dois ex-sócios da Ação Informática informaram à PF terem repassado R$ 4,9 milhões para a Credencial Construtora, acusada de ser empresa de fachada usada para lavagem de dinheiro no escândalo Petrobras.

A Credencial, que tem sede em Sumaré (SP), pertence a Eduardo Aparecido de Meira e Flávio Henrique de Oliveira Macedo, ambos presos em maio na 30ª fase da Lava Jato (Operação Vício).

A força-tarefa afirma ter provas do repasse de dinheiro de corrupção da Credencial para o ex-ministro José Dirceu em contratos de fornecimento de tubos para obras da Petrobrás.

Leia aqui reportagem de Ricardo Brandt e Fausto Macedo sobre o assunto.

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