Lava Jato investiga instituição financeira panamenha

Operação Caça-Fantasmas, a 32ª fase da Lava Jato, investiga uma instituição financeira panamenha que atuava no Brasil ilegalmente, sem autorização do Banco Central, e comercializava empresas offshore; entre os clientes da instituição financeira, pessoas que desejam lavar dinheiro, estão investigados na Lava Jato, o que levou a PF a concluir que recursos desviados da Petrobras passaram pela instituição panamenha; cerca de 60 policiais cumprem 17 ordens judiciais nas cidades de Santos, São Paulo e São Bernardo do Campo

Operação Caça-Fantasmas, a 32ª fase da Lava Jato, investiga uma instituição financeira panamenha que atuava no Brasil ilegalmente, sem autorização do Banco Central, e comercializava empresas offshore; entre os clientes da instituição financeira, pessoas que desejam lavar dinheiro, estão investigados na Lava Jato, o que levou a PF a concluir que recursos desviados da Petrobras passaram pela instituição panamenha; cerca de 60 policiais cumprem 17 ordens judiciais nas cidades de Santos, São Paulo e São Bernardo do Campo
Operação Caça-Fantasmas, a 32ª fase da Lava Jato, investiga uma instituição financeira panamenha que atuava no Brasil ilegalmente, sem autorização do Banco Central, e comercializava empresas offshore; entre os clientes da instituição financeira, pessoas que desejam lavar dinheiro, estão investigados na Lava Jato, o que levou a PF a concluir que recursos desviados da Petrobras passaram pela instituição panamenha; cerca de 60 policiais cumprem 17 ordens judiciais nas cidades de Santos, São Paulo e São Bernardo do Campo (Foto: Roberta Namour)

Felipe Pontes, repórter da Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) realiza na manhã de hoje (7) a Operação Caça-Fantasmas, a 32ª fase da Lava Jato, que investiga uma instituição financeira panamenha que atuava no Brasil ilegalmente, sem autorização do Banco Central, e comercializava empresas offshore.

Entre os clientes da instituição financeira, pessoas que desejam lavar dinheiro, estão investigados na Lava Jato, o que levou a PF a concluir que recursos desviados da Petrobras passaram pela instituição panamenha.

Cerca de 60 policiais cumprem 17 ordens judiciais – sete conduções coercitivas e dez mandados de busca e apreensão – nas cidades de Santos, São Paulo e São Bernardo do Campo.

Segundo os investigadores, a instituição financeira panamenha funcionava como uma verdadeira agência comercial de serviços bancários, cujo objetivo seria facilitar o envio de recursos ilícitos ao exterior.

Funcionando à margem do sistema financeiro nacional, a instituição panamenha oferecia, entre seus serviços, a comercialização de empresas offshore registradas pela panamenha Mossack Fonseca, que já foi alvo da 22ª fase da Lava Jato.

A Mossack também está no centro do escândalo mundial Panamá Papers, um esquema de ocultação de recursos usado por centenas de autoridades e celebridades de dezenas de países, revelado este ano por um consórcio internacional de jornalistas.

Nesta fase da Lava Jato, a PF apura crimes contra o sistema financeiro nacional, a lavagem de ativos e a formação de organização criminosa internacional. O nome caça-fantasmas foi escolhido por causa do objetivo da operação: revelar a extensão da atuação e a clientela oculta da instituição financeira panamenha.

Esta é a segunda operação da PF ligada à Lava Jato realizada nesta semana.

 

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