Lava Jato: STF mantém prisão de Renato Duque

Ministro Teori Zavascki decidiu manter a prisão do ex-diretor da Petrobras Renato Duque, investigado na Lava Jato; na decisão, o ministro entendeu que não pode analisar o mérito do habeas corpus antes da decisão final do STJ, que também rejeitou o pedido liminarmente

Ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque (esquerda) é escoltado pela Polícia Federal em Curitiba, no Paraná, na terça-feira. 17/03/2015 REUTERS/Rodolfo Burher
Ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque (esquerda) é escoltado pela Polícia Federal em Curitiba, no Paraná, na terça-feira. 17/03/2015 REUTERS/Rodolfo Burher (Foto: Gisele Federicce)
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André Richter - Repórter da Agência Brasil

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu manter a prisão do ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, investigado na Operação Lava Jato. Na decisão, o ministro entendeu que não pode analisar o mérito do habeas corpus antes da decisão final do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que também rejeitou o pedido liminarmente.

Duque foi preso no dia 16 de março pela Polícia Federal por determinação do juiz federal Sérgio Moro. Ele está preso no Complexo Médico-Penal, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. Segundo o juiz, mesmo após a deflagração da Operação Lava Jato, em fevereiro de 2014, Duque continuou cometendo crime de lavagem de dinheiro, ocultando os valores oriundos de propinas em contas secretas no exterior, por meio de empresas offshore.

Para Sérgio Moro, 20 milhões de euros que foram bloqueados em bancos na Suíça e em Mônaco não são compatíveis com a renda de Duque. O ex-diretor também é acusado dos crimes de corrupção e fraude em licitação durante sua gestão na Petrobras.

A defesa de Duque alega que a prisão é ilegal e que o ex-diretor não cobrou propina de empreiteiras durante o período em que esteve no cargo.

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