Luis Felipe Miguel diz que Carlos Vereza se tornou direitista hidrófobo

Em poste no Facebook o cientista político Luís Felipe Miguel questiona a postura do ator Carlos Vereza diante do julgamento do ex-presidente Lula. Ele considera que Vereza se tornou um "direitista hidrófobo" por concordar com a sentença do juiz Sérgio Moro a Lula; "O texto que ele assina na Folha de hoje, defendendo a condenação do 'déspota' Lula, choca por seu primarismo. É uma coleção de olavices: conspiração comunista, Foro de São Paulo, 'marxismo cultural', subjugação da América Latina, 'solerte infiltração nas universidades'", diz Miguel

Em poste no Facebook o cientista político Luís Felipe Miguel questiona a postura do ator Carlos Vereza diante do julgamento do ex-presidente Lula. Ele considera que Vereza se tornou um "direitista hidrófobo" por concordar com a sentença do juiz Sérgio Moro a Lula; "O texto que ele assina na Folha de hoje, defendendo a condenação do 'déspota' Lula, choca por seu primarismo. É uma coleção de olavices: conspiração comunista, Foro de São Paulo, 'marxismo cultural', subjugação da América Latina, 'solerte infiltração nas universidades'", diz Miguel
Em poste no Facebook o cientista político Luís Felipe Miguel questiona a postura do ator Carlos Vereza diante do julgamento do ex-presidente Lula. Ele considera que Vereza se tornou um "direitista hidrófobo" por concordar com a sentença do juiz Sérgio Moro a Lula; "O texto que ele assina na Folha de hoje, defendendo a condenação do 'déspota' Lula, choca por seu primarismo. É uma coleção de olavices: conspiração comunista, Foro de São Paulo, 'marxismo cultural', subjugação da América Latina, 'solerte infiltração nas universidades'", diz Miguel (Foto: Romulo Faro)

247 - Em poste no Facebook o cientista político Luís Felipe Miguel questiona a postura do ator Carlos Vereza diante do julgamento do ex-presidente Lula. Ele considera que Vereza se tornou um "direitista hidrófobo" por concordar com a sentença do juiz Sérgio Moro a Lula.

Segue a íntegra do texto:

Quando vejo o nome de Carlos Vereza, penso no ator de Memórias do cárcere. Demora um tempo até ajustar a imagem mental e chegar no direitista hidrófobo que ele se tornou depois.

O texto que ele assina na Folha de hoje, defendendo a condenação do "déspota" Lula, choca por seu primarismo. É uma coleção de olavices: conspiração comunista, Foro de São Paulo, "marxismo cultural", subjugação da América Latina, "solerte infiltração nas universidades"... O único argumento que ele esgrime para de fato defender a sentença de Moro é o fato de "Lula e Marisa terem declarado, durante seis anos, ao Imposto de Renda" o apartamento do Guarujá. Declararam, como todo mundo sabe, as cotas adquiridas da cooperativa habitacional. Se é indício de alguma coisa, o fato de terem declarado indica que a intenção de compra não estava associada a ilícito.

Se não fosse o "conjunto da obra", a escolha dos defensores de Moro na página 3 pareceria sugerir que a Folha está a favor de Lula. Ontem, no lugar que Vereza ocupa hoje, estava Adelaide de Oliveira, do Vem Pra Rua, cuja indigência intelectual é lendária, capaz de usar a expressão "pessoas de bem" sem um pingo de ironia.

- Adendo de Liana Cirne Lins: "A declaração ao imposto de renda e à justiça eleitoral foram relativas ao apartamento 141 do mesmo Edifício Solaris, apartamento em relação ao qual D. Marisa assinou contrato de promessa de compra e venda, ao passo que a acusação que pesa contra Lula diz respeito ao apartamento 164-A, o triplex, apartamento JAMAIS declarado ao IR".

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