Lula arrola como testemunhas ex-presidentes da França, FHC e ministros do governo Temer

Defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva arrolou 81 testemunhas no processo referente a sua participação no suposto esquema de tráfico de influência para aprovar medidas provisórias e na aquisição de caças suecos para a Força Aérea Brasileira (FAB); lista inclui o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e Dilma Rousseff, além dos ex-presidentes da França Nicolas Sarkozy e François Hollande; três ministros do governo Michel Temer também foram listados

Defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva arrolou 81 testemunhas no processo referente a sua participação no suposto esquema de tráfico de influência para aprovar medidas provisórias e na aquisição de caças suecos para a Força Aérea Brasileira (FAB); lista inclui o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e Dilma Rousseff, além dos ex-presidentes da França Nicolas Sarkozy e François Hollande; três ministros do governo Michel Temer também foram listados
Defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva arrolou 81 testemunhas no processo referente a sua participação no suposto esquema de tráfico de influência para aprovar medidas provisórias e na aquisição de caças suecos para a Força Aérea Brasileira (FAB); lista inclui o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e Dilma Rousseff, além dos ex-presidentes da França Nicolas Sarkozy e François Hollande; três ministros do governo Michel Temer também foram listados (Foto: Paulo Emílio)
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247 - A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva arrolou 81 testemunhas no processo referente a sua participação no suposto esquema de tráfico de influência para aprovar medidas provisórias e na aquisição de caças suecos para a Força Aérea Brasileira (FAB). Na lista de testemunhas arroladas estão o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e Dilma Rousseff, os ex-presidentes da França Nicolas Sarkozy e François Hollande, além de três ministros do governo Michel Temer.

O depoimento das testemunhas foi autorizado pelo desembargador do Tribunal Regional Federal da 1.ª Região (TRF-1), Néviton Guedes em um recurso impetrado pela defesa de Lula contra uma decisão tomada pelo juiz da 10.ª Vara Federal, em Brasília, Vallisney de Souza Oliveira, que havia limitado as oitivas para 32 testemunhas. O magistrado havia limitado o número de depoentes a 32. As testemunhas no exterippr serão ouvidas por meio de cartas rogatórias.

Dentre as autoridades e político brasileiros que foram arrolados ocmo testemunhas estão os ministros das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, da Agricultura, Blairo Maggi, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, além do vice-governador do Rio, Francisco Dornelles. A defesa também arrolou 16 parlamentares como que incluem os senadores Romero Jucá (PMDB-RR), Vanessa Grazziotin (PC do B-AM), Ricardo Ferraço (PSDB-ES) e José Pimentel (PT-CE). O atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e os deputados federais José Carlos Aleluia (DEM-BA) e André Sanchez (PT-SP) também foram listados

Veja a íntegra da nota da defesa de Lula sobre o assunto.

A decisão proferida em 16/12 pelo juiz da 10ª Vara Federal de Brasília, que recebeu a denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal em face do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu filho Luis Claudio, relacionada à compra dos caças Gripen e à Medida Provisória nº 627, em nada altera as premissas já apresentadas anteriormente pela defesa.

Lula não teve qualquer atuação, sozinho ou com outros denunciados, no processo de escolha e compra desses caças pelo Brasil, em dezembro de 2013, e muito menos solicitou ou obteve qualquer vantagem indevida em decorrência dessa aquisição. Luis Claudio, por seu turno, prestou serviços à Marcondes & Mautoni e recebeu os valores contratados, com o recolhimento dos impostos devidos. Tais valores foram destinados a patrocinar o campeonato de futebol americano que era organizado por Luis Claudio no País.

A defesa demonstrará a ausência de justa causa para o processamento dessa ação e, ainda, os fatos reais que envolvem a acusação apresentada pelo MPF que certamente evidenciarão que Lula e seu filho não praticaram qualquer ato ilícito.

 

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