Lula: Bolsonaro fez discurso vazio e excluiu políticas sociais

Depois de visitar o ex-presidente na carceragem da Polícia Federal em Curitiba, Wadih Damous afirmou que o líder petista classificou como vazio o discurso de posse do presidente Jair Bolsonaro; "Perguntei a Lula o que achou do discurso de Bolsonaro. Ele disse que era vazio de conteúdo, sem falar de políticas econômicas, sociais, nada. A avaliação dele foi a mesma que a nossa, de que Bolsonaro falou para sua plateia com essa coisa de livrar o Brasil do socialismo. Sabemos que não é isso que está em jogo hoje", afirmou Damous

Lula: Bolsonaro fez discurso vazio e excluiu políticas sociais
Lula: Bolsonaro fez discurso vazio e excluiu políticas sociais (Foto: Esq.: Stuckert / Dir.: Adriano Machado - Reuters)
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247 - Depois de visitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na carceragem da Polícia Federal em Curitiba (PR), o ex-deputado federal Wadih Damous, que não foi reeleito em outubro, disse que o líder petista classificou como vazio o discurso de posse do presidente Jair Bolsonaro.

"Perguntei a Lula o que achou do discurso de Bolsonaro. Ele disse que era vazio de conteúdo, sem falar de políticas econômicas, sociais, nada. A avaliação dele foi a mesma que a nossa, de que Bolsonaro falou para sua plateia com essa coisa de livrar o Brasil do socialismo. Sabemos que não é isso que está em jogo hoje", afirmou Damous ao jornal O Globo.

Lula está preso desde abril do ano passado, após ser condenado sem provas no processo do triplex em Guarujá (SP) e com ordem de prisão emitida sem o esgotamento de todos os recursos judicias. Moro, que o condenou, liberou a delação premiada de Antonio Palocci a menos de uma semana do primeiro turno da eleição presidencial e depois foi ser ministro do rival do PT, o atual presidente.

Bolsonaro, no entanto, não goza da confiança do povo. Os índices de otimismo em relação ao governo Bolsonaro são os menores dentre todos os presidente que o precederam desde a redemocratização do país, no momento em que tomaram posse em seus primeiros mandatos. Fernando Collor (1990) alcançou 71%, Fernando Henrique Cardoso (1995) obteve 70%, Luiz Inácio Lula da Silva (2003) o maior deles, 76%, e Dilma Rousseff (2011) veio em segundo lugar, com 73%.

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