"Lula foi condenado em um processo em que não havia juiz", diz Dino após validação da Vaza Jato pelo STF

Segundo o governador Flávio Dino, "o STF, ao dar acesso ao ex-presidente Lula a provas essenciais, prestigia o artigo 5º, inciso LV, da Constituição que garante o contraditório e a ampla defesa"

Flávio Dino, Lula e Sérgio Moro
Flávio Dino, Lula e Sérgio Moro (Foto: Brasil 247 | Abr)
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247 - O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), elogiou o Supremo Tribunal Federal (STF) pela validação das conversas divulgadas pela Vaza Jato para a defesa do ex-presidente Lula, nesta terça-feira, 9.

Segundo Dino, “o Supremo Tribunal Federal, ao dar acesso ao ex-presidente Lula a provas essenciais, prestigia o artigo 5º, inciso LV, da Constituição que garante o contraditório e a ampla defesa”.

O governador, nas redes sociais, ressaltou que “Lula foi condenado em um processo em que não havia juiz, essa é a terrível realidade”. 

A Vaza Jato comprovou que o ex-juiz Sergio Moro atuou junto aos procuradores da força-tarefa da Lava Jato para condenar Lula, ou seja, não foi parte isenta do julgamento.

A maioria dos ministros da Segunda Turma do STF decidiu que é legal o compartilhamento com a defesa do ex-presidente Lula das mensagens trocadas entre o ex-juiz Sérgio Moro e procuradores da Lava Jato, apreendidas na Operação Spoofing.

As mensagens, que foram anexadas pela defesa de Lula em recurso ao STF, confirmam o papel de Moro como chefe da Operação e a intimidade do então juiz com procuradores, orientando, criticando e combinando datas dos processos junto à força-tarefa. As conversas confirmam o conluio para processar, prender e tirar Lula das eleições presidenciais.

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