Maia diz que dará seguimento à decisão do STF de cassar Maluf

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), também afirmou a Corte também deverá decidir se esse tipo de caso tem de ter o aval do plenário da Casa ou pode ser definido pela Mesa Diretora, formada por apenas 7 dos 513 deputados; deputado Paulo Maluf (PP-SP) foi condenado a sete anos, nove meses e dez dias de prisão em regime fechado por receber propina em contratos públicos com as empreiteiras Mendes Júnior e OAS quando era prefeito de São Paulo (1993-1996)

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), também afirmou a Corte também deverá decidir se esse tipo de caso tem de ter o aval do plenário da Casa ou pode ser definido pela Mesa Diretora, formada por apenas 7 dos 513 deputados; deputado Paulo Maluf (PP-SP) foi condenado a sete anos, nove meses e dez dias de prisão em regime fechado por receber propina em contratos públicos com as empreiteiras Mendes Júnior e OAS quando era prefeito de São Paulo (1993-1996)
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), também afirmou a Corte também deverá decidir se esse tipo de caso tem de ter o aval do plenário da Casa ou pode ser definido pela Mesa Diretora, formada por apenas 7 dos 513 deputados; deputado Paulo Maluf (PP-SP) foi condenado a sete anos, nove meses e dez dias de prisão em regime fechado por receber propina em contratos públicos com as empreiteiras Mendes Júnior e OAS quando era prefeito de São Paulo (1993-1996) (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que dará seguimento à determinação Supremo Tribunal Federal (STF) de cassar o mandato do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), preso desde dezembro do ano passado. Mas, de acordo com o parlamentar, a Corte também deverá decidir se esse tipo de caso tem de ter o aval do plenário da Casa ou pode ser definido pela Mesa Diretora, formada por apenas 7 dos 513 deputados.

Maluf foi condenado a sete anos, nove meses e dez dias de prisão em regime fechado por receber propina em contratos públicos com as empreiteiras Mendes Júnior e OAS quando era prefeito de São Paulo (1993-1996). O dinheiro teria sido desviados da construção da Avenida Água Espraiada, atualmente chamada Avenida Roberto Marinho. O custo total da obra foi cerca de R$ 800 milhões.

Desde que foi preso, o parlamentar teve benefícios de parlamentar cortados. A Câmara pediu para que ele devolvesse o apartamento funcional onde morava. 

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