Maia diz que, se mulher exige igualdade, deve ter também na idade mínima

Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse ser "correto" e "óbvio" que o pleito das mulheres por um tratamento igualitário no mercado de trabalho deve ser válido também para as mudanças previstas pela reforma da Previdência, incluindo a mesma idade para homens e mulheres se aposentarem; "Quando se exige maior participação da mulher no mercado de trabalho, na política, quando você quer caminhar para esse equilíbrio, tem que ser equilíbrio para tudo", justificou, sem citar, porém, que o salário das mulheres é inferior ao dos homens na mesma função e que elas exercem dupla jornada, onde definitivamente não há "equilíbrio"

Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse ser "correto" e "óbvio" que o pleito das mulheres por um tratamento igualitário no mercado de trabalho deve ser válido também para as mudanças previstas pela reforma da Previdência, incluindo a mesma idade para homens e mulheres se aposentarem; "Quando se exige maior participação da mulher no mercado de trabalho, na política, quando você quer caminhar para esse equilíbrio, tem que ser equilíbrio para tudo", justificou, sem citar, porém, que o salário das mulheres é inferior ao dos homens na mesma função e que elas exercem dupla jornada, onde definitivamente não há "equilíbrio"
Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse ser "correto" e "óbvio" que o pleito das mulheres por um tratamento igualitário no mercado de trabalho deve ser válido também para as mudanças previstas pela reforma da Previdência, incluindo a mesma idade para homens e mulheres se aposentarem; "Quando se exige maior participação da mulher no mercado de trabalho, na política, quando você quer caminhar para esse equilíbrio, tem que ser equilíbrio para tudo", justificou, sem citar, porém, que o salário das mulheres é inferior ao dos homens na mesma função e que elas exercem dupla jornada, onde definitivamente não há "equilíbrio" (Foto: Paulo Emílio)

247 - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), voltou a defender o texto base da reforma da Previdência e disse ser "correto" e "óbvio" que o pleito das mulheres por um tratamento igualitário no mercado de trabalho deve ser válido também para as mudanças previstas nas regras do novo projeto previdenciário, incluindo a mesma idade mínima para homens e mulheres no momento da aposentadoria.

"É um pleito também das mulheres há muitos anos, que é exatamente não ser tratada de forma diferente dos homens", afirmou. "As mulheres têm um pleito histórico de um equilíbrio na relação de gênero em todos os temas da sociedade, também na idade mínima. Quando se exige maior participação da mulher no mercado de trabalho, na política, quando você quer caminhar para esse equilíbrio, tem que ser equilíbrio para tudo", completou.

Maia não citou, no entanto, que o salário das mulheres no Brasil é inferior ao dos homens na mesma função, conforme comprovam pesquisas, e que elas trabalham 7,5 horas a mais que os homens na semana, por conta da dupla jornada, que inclui o trabalho doméstico e com os filhos.

A adoção de regras iguais para homens e mulheres vêm sendo alvo de uma enxurrada de críticas, incluindo parlamentares da base aliada do Planalto. O texto encaminhado ao Congresso prevê um piso de aposentadoria aos 65 anos e pelo menos 25 anos de contribuição. "Mais de 65% dos brasileiros entendem que a idade de homens e mulheres tem que ser a mesma", assegura o democrata.

Maia afirmou ainda que mantém a expectativa que o texto da reforma da Previdência seja aprovada até o final de abril. Já a aprovação pelo Senado é esperada pelo governo até o final do primeiro semestre deste ano.

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