Maia recebe Bolsonaro, Toffoli e Alcolumbre para discutir agenda entre os poderes

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reuniu, em um churrasco neste sábado (16) o presidente da República, Jair Bolsonaro, e os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, além de ministros de estado; o presidente da Câmara afirmou que o objetivo do encontro é "afinar o diálogo" para a busca de uma agenda comum entre Executivo, Legislativo e Judiciário

Maia recebe Bolsonaro, Toffoli e Alcolumbre para discutir agenda entre os poderes
Maia recebe Bolsonaro, Toffoli e Alcolumbre para discutir agenda entre os poderes (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

247- O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reuniu em um almoço neste sábado (16) o presidente da República, Jair Bolsonaro, e os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, além de ministros de estado. A informação é do G1. 

Maia ofereceu um churrasco aos chefes de poderes na residência oficial da Presidência da Câmara, em Brasília. Ao blog da colunista Andréia Sadi, o presidente da Câmara afirmou que o objetivo do encontro é "afinar o diálogo" para a busca de uma agenda comum entre Executivo, Legislativo e Judiciário. Dos 22 ministros de estado, 15 participam do almoço.

O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, envolvido em polêmicas nas últimas semanas, também participou do almoço.

Conforme o colunista Valdo Cruz, há uma "guerra" interna no MEC provocada por desentendimentos entre militares e seguidores do escritor Olavo de Carvalho. Há uma pressão de ministros da ala militar para que Vélez deixe o governo.

Nesta sexta-feira (15), o ministro Onyx Lorenzoni afirmou ao blog da Andréia Sadi que Vélez não será demitido porque o "presidente confia nele".

Um dos temas de interesse dos chefes de poderes é a reforma da Previdência. O governo tenta melhorar a articulação política para assegurar a aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) com as mudanças nas regras previdenciárias.

Bolsonaro afirmou durante a semana que acredita que a reforma poderá ser aprovada na Câmara e no Senado até a metade deste ano.

O projeto será apreciado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e por uma comissão especial na Câmara antes de ser analisado pelo plenário da Casa, onde precisará ser aprovado em dois turnos com os votos de ao menos 308 dos 513 deputados.

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