Maioria rejeita golpe parlamentarista tramado por Temer e PSDB

Levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira revela que a maioria dos brasileiros rejeita o sistema parlamentarista como modelo de governo; de acordo com a pesquisa, 46,4% dos entrevistados não querem o parlamentarismo; outros 39,4% disseram que aceitariam o modelo; levantamento mostra ainda que 59,6% nem sabem como é o sistema parlamentarista, defendido por Michel Temer e pelos tucanos

Levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira revela que a maioria dos brasileiros rejeita o sistema parlamentarista como modelo de governo; de acordo com a pesquisa, 46,4% dos entrevistados não querem o parlamentarismo; outros 39,4% disseram que aceitariam o modelo; levantamento mostra ainda que 59,6% nem sabem como é o sistema parlamentarista, defendido por Michel Temer e pelos tucanos
Levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira revela que a maioria dos brasileiros rejeita o sistema parlamentarista como modelo de governo; de acordo com a pesquisa, 46,4% dos entrevistados não querem o parlamentarismo; outros 39,4% disseram que aceitariam o modelo; levantamento mostra ainda que 59,6% nem sabem como é o sistema parlamentarista, defendido por Michel Temer e pelos tucanos (Foto: Romulo Faro)

247 - Levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira revela que a maioria dos brasileiros rejeita o sistema parlamentarista como modelo de governo.

De acordo com a pesquisa, 46,4% dos entrevistados não querem o parlamentarismo. 39,4% aceitariam o modelo, 6,7% escolheram a opção 'depende' e outros 7,5% não quiseram ou não souberam responder.

O levantamento mostra ainda que 59,6% nem sabem como é o sistema parlamentarista. 

O instituto entrevistou 2.410 pessoas entre os dias 8 e 10 últimos.

Michel Temer está 'disposto a fazer um teste parlamentarista' em seu governo. Temer quer incentivar campanha em favor de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para adotar o parlamentarismo, a partir de 2019, com uma "cláusula de transição" que permita instalar o novo sistema no fim do ano que vem.

Ideia de nomear um primeiro-ministro no segundo semestre de 2018 tem sido discutida nos bastidores do Palácio do Planalto. Embasada pela crise política, diante de um cenário marcado pelo desgaste dos grandes partidos e de seus pré-candidatos nas próximas eleições, a estratégia é bem aceita por dirigentes do PMDB, mas não há consenso no PSDB (leia mais).

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