Marcelo Uchôa: Moro fraudou a eleição e a palavra de ordem dos democratas deve ser diretas-já

O advogado Marcelo Uchôa, após novas revelações da Vaza Jato indicarem participação direta de Sergio Moro na manipulação do último pleito eleitoral, classifica a atitude do então juiz como “fraudulenta” e defende que “a palavra de ordem dos democratas deve ser em defesa das diretas-já”; assista

(Foto: Reprodução | Reuters)

247 - O advogado Marcelo Uchôa, após novas revelações da Vaza Jato indicarem participação direta de Sergio Moro na manipulação do último pleito eleitoral, classifica a atitude do então juiz como “fraudulenta” e considera que o processo que elegeu Bolsonaro “deveria ser anulado”. Em participação no programa Giro das 11, o advogado também defende que  “a palavra de ordem dos democratas deve ser em defesa das diretas-já”. 

Entenda o caso 

O ex-juiz Sergio Moro, atual ministro da Justiça do governo Bilsonaro considerava fraca a delação de Palocci, mas decidiu divulgá-la antes da eleição para apoiar aquele que uma vez eleito presidente se tornaria seu chefe. Reportagem dos jornalistas Ricardo Balthazar, da Folha, e Rafael Moro Martins, do The Intercept Brasil aponta que foi política a decisão de Sergio Moro de divulgar a delação do ex-ministro Antonio Palocci seis dias antes do primeiro turno da eleição presidencial do ano passado. Leia mais aqui.  Leia mais aqui. 

Uchôa salienta que Moro “age politicamente e hoje, como ministro da Justiça, ainda pensa que é juiz”. 

Ele também relembra que o impeachment de Dilma Rousseff estava fadado ao fracasso se Moro não tivesse "manipulado a opinião pública com o vazamento do áudio da ex-presidente em diálogo com Lula". 

“Moro, dessa forma, acabou  com a democracia do Brasil, estimulando a população pública pela criminalização da política e possibilitando a entrada de um grupo político que jamais ingressaria ao poder”, conclui. 

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