Marona: jornais tradicionais ficaram aliviados com derrota da Tuiuti

"Uma vitória da escola que escolheu um lado da história ao denunciar que a escravidão ainda não acabou e que houve um golpe de estado no Brasil, em 2016, obrigaria estes "formadores de opinião" (aspas irônicas) a tomar uma de duas atitudes: 1 - continuar ignorando covardemente o desfile que empolgou grande parte do país, como vinham fazendo; 2 - ou desqualificar a apresentação, acusando-a de sectária, dogmática ou seja lá o que servisse para justificar sua própria omissão e a participação da imprensa no golpe", escreve o jornalista Mario Marona

"Uma vitória da escola que escolheu um lado da história ao denunciar que a escravidão ainda não acabou e que houve um golpe de estado no Brasil, em 2016, obrigaria estes "formadores de opinião" (aspas irônicas) a tomar uma de duas atitudes: 1 - continuar ignorando covardemente o desfile que empolgou grande parte do país, como vinham fazendo; 2 - ou desqualificar a apresentação, acusando-a de sectária, dogmática ou seja lá o que servisse para justificar sua própria omissão e a participação da imprensa no golpe", escreve o jornalista Mario Marona
"Uma vitória da escola que escolheu um lado da história ao denunciar que a escravidão ainda não acabou e que houve um golpe de estado no Brasil, em 2016, obrigaria estes "formadores de opinião" (aspas irônicas) a tomar uma de duas atitudes: 1 - continuar ignorando covardemente o desfile que empolgou grande parte do país, como vinham fazendo; 2 - ou desqualificar a apresentação, acusando-a de sectária, dogmática ou seja lá o que servisse para justificar sua própria omissão e a participação da imprensa no golpe", escreve o jornalista Mario Marona (Foto: Romulo Faro)

247 - "Uma vitória da escola que escolheu um lado da história ao denunciar que a escravidão ainda não acabou e que houve um golpe de estado no Brasil, em 2016, obrigaria estes "formadores de opinião" (aspas irônicas) a tomar uma de duas atitudes:

1 Continuar ignorando covardemente o desfile que empolgou grande parte do país, como vinham fazendo.

2 Ou desqualificar a apresentação, acusando-a de sectária, dogmática ou seja lá o que servisse para justificar sua própria omissão e a participação da imprensa no golpe", escreve o jornalista Mario Marona no Facebook.

Leia mais aqui.

 

Conheça a TV 247

Mais de Brasil

Ao vivo na TV 247 Youtube 247